Cada um de nós tem uma chave para a sabedoria universal dentro de si. Abrindo o coração, entrando no silêncio, podemos aceder ao conhecimento que o vento murmura.

sábado, 9 de abril de 2011

A motivação (2)

No texto anterior, falei da minha motivação para fazer o que faço. Escrevi sobre a minha experiência pessoal e o meu olhar sobre o meu trabalho, que é o lugar que encontrei para dar o meu contributo.

O Grande Conjunto precisa de todos nós em boas condições - em harmonia connosco próprios e com os que estão à volta, com a Natureza e o Universo. Cada um tem qualidades únicas e um lugar em que pode dar o seu contributo - um pouco como todas as células no corpo humano são necessárias,  e para um corpo são é preciso que as células são saudáveis e sabem como interagir.

Somos todos UM - um planeta, uma terra, uma raça, um coração. A Mãe Terra precisa de todos, e para todos é importante que os outros estão igualmente presentes.
Todos nós somos de igual importância para o Corpo Divino poder funcionar. O médico não é mais ou menos  importante do que o padeiro, o professor, ou a costureira na fábrica; eles são interdependentes. Sem médico, os outros podem não resolver a sua doença; sem padeiro, os outros podem não ter de comer. A costureira trata de vesti-los e o professor ensina as crianças. Cada um tem a sua função, para que todos em conjunto possam funcionar. Todos podem aprender a fazer pão, costurar roupa, ensinar a ler e escrever ou diagnosticar doenças. Mas existem vocações - cada um tem a sua.
A Mãe Terra e o Grande Conjunto precisam de todos nós. Em harmonia connosco, encontrando o nosso lugar, fazendo o que as nossas qualidades nos proporcionam. O re-encontro connosco; o reconhecer, aceitar e equilibrar dos nossos sentimentos e das nossas emoções, traz de volta o amor-próprio, o auto-estima, a liberdade espiritual. Sabendo o que é ter compaixão connosco, sentir amor incondicional connosco próprios, estamos verdadeiramente preparados e aptos para poder amar incondicionalmente o outro. A aceitação do nosso próprio lugar, e a descoberta do nosso funcionamento pleno - sem bloqueios, sem dor, sem restrições para quem realmente somos - faz brilhar a Luz Divina em cada um.
O caminho de re-encontro connosco para que a nossa Luz brilha, é por si o trabalho espiritual mais importante que existe - se estiver enquadrado na consciência que este trabalho é feito em benefício do Conjunto, isto faz de cada um de nós um Trabalhador de Luz.

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