Cada um de nós tem uma chave para a sabedoria universal dentro de si. Abrindo o coração, entrando no silêncio, podemos aceder ao conhecimento que o vento murmura.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Trindade - a mensagem de 3 vezes 11

Como escrevi num poste anterior, encontramo-nos num tempo de escolhas fundamentais. Um tempo de tudo-ou-nada. Limpeza. Libertação. Reavaliação de normas e valores. Transformação. E acima de tudo: um auto-exame sincero, o que pode resultar numa entrega total - para que a nossa Alma mais profunda toma a direcção sobre a nossa personalidade e a nossa vida. Assim podemos ultrapassar a dúvida em relação a nós, voltar a acreditar nas nossas possibilidades e capacidades, e olhar a Vida com confiança.
Tem tudo a ver com o número 11, número a que está dedicado esta sexta-feira.
Na numerologia não há coincidências. Quando encontramos no nosso caminho certas combinações numéricas, quem quiser ver, pode receber uma indicação sobre momento, uma chamada de atenção para um assunto importante no aqui e agora.
O número 11 é o número do Mestre 11 que é Uno consigo próprio, a sua consciência unida com a sua Alma Divina.
Se encontramos o número 11 triplicado, uma mensagem mais profunda se revela.
É altura de receber a força do Mestre em nós, ao nível da nossa Trindade interior - Corpo, Mente e Alma.
A Trindade refere-se igualmente às forças interiores do masculino, feminino e neutro: Pai, Mãe e Criança.
Nesta trindade, o "homem" refere à capacidade de acção, a realização, a concretização das ideias na matéria: o corpo. A "mulher" refere  à capacidade de recepção, a intuição, a energia súbtil: a mente. A "criança" refere à capacidade de criação, crescimento e desenvolvimento; o Ser no seu estado puro; a alma.
O 11-11-11 indica que encontramo-nos num momento que potencia a re-união destes três aspectos. É um convite para Ser UNO,  em Harmonia, Respeito e Amor para com cada um dos aspectos!

Ser uno e inteiro significa aqui estabelecer uma ligação dos três aspectos, e sentir a presença dos três no coração, o centro da nossa existência.
O coração, onde sentimos o outro, onde está localizada a nossa empatia, a nossa compaixão, o nosso amor... aquele amor livre de apego, todo-abrangente.
O coração também é o lugar onde podemos sentir e verificar a qualidade dos nossos planos, da nossa criação. Podemos perguntar se estamos no bom caminho, se as nossas ideias e acções efectivamente são uma contribuição construtiva e positiva para a nossa vida beneficiando a todos: nós próprios, os outros, a natureza, a Terra.
O coração indica claramente se estamos no bom caminho: os pensamentos acerca de planos e criações que nascem da união connosco, (da ligação plena e harmoniosa entre corpo, mente e alma), traz calor ao ventre - sensação que vai subindo para trazer alegria ao coração. Com a respiração e a atenção mental, esta energia vibrante pode se espalhar, preenchendo a mente, abrindo caminho para o cérebro, onde a ideia se pode desenvolver, crescer, florescer...
Com este tipo de atenção, cada um é capaz de sentir se está no bom caminho, se aquilo que faz enriquecerá o Grande Conjunto - ou se está a alimentar o ego e prejudicar de facto o seu próprio destino.

Durante o período de Lua Cheia vamos focar assim no nosso SER completo e convidar os nossos sistemas para aceitar o Mestre em nós. É um processo de cura, de voltar a ser Uno em todas as facetas. Cada um tem a sua própria responsabilidade neste processo - cada um é Mestre.

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