Cada um de nós tem uma chave para a sabedoria universal dentro de si. Abrindo o coração, entrando no silêncio, podemos aceder ao conhecimento que o vento murmura.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

2011-2012: olhando para trás, olhando para frente

Enquanto a passagem do ano se aproxima, encontro-me entre os muitos a olhar para trás: o que conseguimos realizar? Quem somos agora, e como somos diferente de quem fomos há apenas um ano atrás?

2011 foi o ano em que se desenrolou um espectáculo triste perante os nossos olhos: no espiral de crises económicos ficaram envolvidos cada vez mais países. O princípio sobre o qual foi construído o nosso mundo actual - que os conflictos seriam superados pelo crescimento económico - acabou por fazer ruir economias, esperanças, planos. Acabamos de assistir como o sonho de enriquecimento de todos e de cada um se tornou um pesadelo em que países aliados se tornaram inimigos uns dos outros, e colegas de trabalho se tornaram concorrentes uns dos outros. A lei da selva tornada Constituição. Temos sentido no dia-a-dia os efeitos - aumento dos custos de vida, aumento de desemprego, aumento de desespero, aumento da fome.

Entretanto, muitas vozes se levantam, dizendo que é preciso mudança! Infelizmente há mais pessoas ainda que não querem realmente mudar. O sonho de um Estado que toma conta de nós era de um conforto inigualável, e o preço a pagar parecia pequeno. Agora começamos a perceber que a democracia em que acreditavamos, faliu.

Com isso não quero dizer que o ano de 2011 foi um ano de desgraça.
Num outro nível, o ano foi de grandes descobertas e progressos ao nível pessoal. Muitos foram empurrados para uma sitação em que tiveram que olhar para si próprios e perguntar: Quais são os meus princípios? Estou disposto a fazer ouvir a minha voz? O figura do ano para Time Magazine, foi O Manifestante (the Protester). Foi uma homenagem a todos eles que ousaram, publicamente, discordar do status quo.

É talvez nos movimentos dos indignados e revoltados,  que reconhecemos melhor a força do ano de 2011.
2011 decorreu sob o tema da Mestria: as condições energéticas facilitaram o encontro com o Mestre em nós, o que possibilitou assumir quem somos. Assumir a nossa costela divina; tomar consciência da nossa força e tudo o que podemos fazer com ela. (ver também)
Foi um ano que, pela polarização que percorreu o mundo,  deu plena possibilidade de ver onde nós nos encontramos:
Fazemos as nossas escolhas por razões do ego, do medo de não sobreviver - ou fazemos as escolhas por sentirmos que o conjunto precisa de estar bem, para nos podermos estar bem? Estamos do lado da concorrência - ou estamos do lado da cooperação? Olhamos para o nosso próximo em defesa do nosso lugar, ou para poder entender onde estamos ao lado dele? Servimo-nos do mundo, ou servimos o mundo? Escolhemos ficar nas trevas - ou escolhemos seguir a Luz?

2011 foi um ano para descobrir de que lado estamos. 2012 parece que vai ser um ano propício para mostrar onde estamos. Chegou a altura de ficar firmes na energia e a harmonia que nós desejamos criar para a Terra.  Compassivamente, sem julgamentos, sem medos, sem ressentimentos. Mostrar que estamos AQUI E AGORA, que estamos dispostos a abrir mão do passado, de colaborar, de procurar em conjunto a sinergia que benificia a todos.


Desejo-vos um bom ano. Que todos possam ser, livremente, quem são. Que todos se possam apoiar mutuamente para caminharmos de mãos dados, ao encontro de um objectivo conjunto. Que a alegria e o prazer de viver, possam preencher as nossas vidas!

domingo, 11 de dezembro de 2011

A magia da Lua Cheia

Ontem, a cerimónia estava a ser preparada ainda com a guarda-chuva aberta. Mas ao começar, sentimos que já não era necessário. E depois de um dia inteiro de chuva, com o céu carregado de nuvens baixas, a chuva parou. As nuvens começaram a ceder e levantar... e mais uma vez, não choveu durante a meditação. Tem sido sempre assim até agora, não chove quando reunimos em meditação! Ontem chegamos ainda a ver a Lua, no final, um belo arco-íris à volta.... uma surpresa muito grande e agradável!

A Lua sobre o Cromeleque dos Almendres, 10-12-2011
A altura da Lua Cheia é sempre uma altura especial, uma altura de nos ligarmos à Natureza e à verdadeira natureza do nosso Ser... A Lua Cheia é um período de reflexão sobre o nosso caminho: no auge do ciclo lunar podemos ver com a clareza do Sol para a escuridão do nosso interior.

Não é boa altura para tomarmos decisões sobre o rumo da nossa vida, uma vez que as emoções encontram-se estimuladas pela energia da Lua. Nem é boa altura para o inicio de novos projectos, que melhor se guarda para a Lua Nova.
Mas a Lua Cheia é boa para vermos a colheita do que semeamos antes. Boa altura de fazer o balanço e ver onde estamos, para poder ver: quem somos agora?

A Lua Cheia também é uma altura em que nos podemos equilibrar e encontrar o nosso lugar entre Sol e Lua, ou seja na Terra. No meio entre a força feminina e a força masculina, podemos sentir como renascemos um pouco e crescemos um outro pouco, a cada momento que respiramos e aceitamos que Somos, quem somos.
É um momento de reflexão e aceitação, portanto. Um momento em que a nossa noção de nós aumenta, em que sentimos que a Força existe em nós. Chega a ser uma sensação poderosa, olhar e sentir a Lua Cheia!
Como é natural - e é mesmo uma lei da natureza - todo o poder traz responsabilidades.
Todas as Luas Cheias juntamo-nos no Cromeleque dos Almendres , não só para poder sentir as forças da natureza a funcionar à nossa volta e dentro de nos, mas também para assumirmos o nosso lugar  na Terra. Em união com a Natureza sentimos a nossa ligação - à Terra, aos que nos amamos, aos que nos rodeiam. E podemos perceber como Tudo está ligado em interdependência - nada existe se não existisse o resto. Para estarmos bem, é preciso que o Todo está bem.

No Cromeleque, sítio sagrado, protegido pelas pedras que marcam este Portal entre Céu e Terra, onde podemos sentir, de coração aberto, o bater do coração da Terra e a Luz do coração do Universo, a meditação da Lua Cheia veste-se de especial importância.
Sendo um lugar de força, ligado pelas linhas energéticas a muitos outros lugares, tudo o que fazemos aqui carrega-se de simbolismo e irradia. É para a Terra, para todos que vivem n'Ela, que abrimos e assumimos quem somos.
Estabelece-se em cada um dos corações que se abrem, um portal, pelo qual o Amor Universal possa fluir para a Terra. E cada um que põe de lado o seu interesse pessoal, confirma e amplia a energia que flui - porque sabe, que tudo o que faz para a Terra e o Grande Conjunto, contribui para o seu próprio bem-estar.
Uma responsabilidade muito grande, como disse ontem uma participante. Estamos aí como agulhas de acupunctura, a transmitir energia para apoiar a Terra no processo de transformação em que se encontra. Para que ela sente o apoio para transformar a dor que existe, entre humanos, dentro d'Ela...
Para mostrar que estamos dispostos a unir-nos em favor da Terra, sendo Humanos, em todos os sentidos possíveis....
São momentos bonitos, em que a Magia acontece.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Meditação com crianças

Em Outubro começamos a fazer regularmente sessões de meditação com crianças. "Meditação para Pais & Filhos" foi uma resposta a uma pergunta que me tem sido feito com alguma frequência: É possível meditar com crianças pequenas? A experiência agora mostrou que não só é possível, como também um fonte de prazer para as crianças. 

Ao mesmo tempo, a meditação dá às crianças ferramentas para ter uma resposta perante a pressão da sociedade. Já sabemos que a infância não é uma fase da vida isento de stress:  crianças tem muito mais que fazer do que antigamente - actividades, escola, trabalhos para casa... muitas "obrigações" que deixam menos tempo para "fazer nada". Muitas decisões são tomadas para a criança. Quantas vezes a criança tem um voto sobre a maneira como corre a sua vida? A maioria das vezes são os educadores (pais, professores) que guiam e decidem - com boas intenções, porque querem o melhor para a criança. Também os modelos que os média fornecem condicionam a criança na sua liberdade de pensamento. Crianças não podem votar e há muitas situações em que não podem contribuir para uma solução - pensamos p.ex. na violência com que são confrontados, seja  na realidade ou através dos media. São todos condicionantes que ocorrem naturalmente das mudanças pelas quais a sociedade passou e da forma da vida criada pelo Homem.

As limitações podem influenciar a imagem interior que as crianças têm de si - e iniciar as crianças na insegurança, os medos, a impotência. As crianças experimentam ainda outras emoções que não são comparáveis com as experiências de um adulto: alegria, medo, tristeza, amor... Os adultos, na sua maioria, não se lembram já a intensidade destas emoções para uma criança. Acrescenta ainda o aspecto emocional da aceitação e o grau de sucesso de amizades intimas. Ser aceito pelos pares, é uma das preocupações mais importantes...

O stress não difere muito do stress dos adultos, com a diferença que crianças têm mais dificuldade de exprimir o que sentem, e também para ser levadas a sério. Infelizmente, o sistema de ensino não tem grande vocação para acompanhar crianças no seu caminho de auto-conhecimento, para que possam entender as preocupações e processos mentais e emocionais. Nem apoia as crianças para encontrar paz, harmonia e equilíbrio dentro de si próprias. Dedica-se pouco tempo ao acompanhamento das crianças na orientação da sua vida interior, e usar a sua energia mental de modo construtivo, em vez de gastá-la em preocupações.


Podemos oferecer meditação apresentando a actividade como qualquer outro, que merece um tempo próprio. As crianças acalmem e voltem a si, aprendendo manter a atenção focada. Aprendem a descontrair e usar a sua capacidade de concentração. Aprendem que não precisam de ficar refém dos pensamentos, que podem criar um espaço de liberdade interior.
Meditação é uma descoberta, não só de um mundo interior, mas também das relações com o outro. A criança aumenta o seu auto-conhecimento e descobre como funcionam as emoções. Ao mesmo tempo, a meditação em grupo faz com que o entendimento do outro aumenta. A criança torna-se consciente da ligação emocional entre pessoas, da influência que os outros têm sobre o seu bem-estar, e da força interior que tem para ultrapassar dificuldades que aí advêm.

As sessões de meditação para Pais& Filhos destinam-se a crianças entre 4 e 12 anos e os seus pais, ou quem tiver interesse em meditar com crianças deste grupo etário. Fazemos exercícios curtos para o relaxamento, a concentração, a abstração do mundo exterior. Os exercícios são individuais, em grupo e aos pares; há espaço de reflexão sobre a experiência meditativa.

Próxima sessão: 12 de Dezembro às 19.00h

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Seguindo as setas do Sagitário

Estamos no período do Sagitário, signo representado pelo Homem-Cavalo. Metade cavalo, metade homem, simboliza a força da natureza presente nas pernas, nas coxas do cavalo, um só com a metade do homem que se manifesta apontando a sua seta para longe.

Sagitário é o signo da base, das ancas e do sacro, em combinação com a garganta, que é o centro a partir do qual nos manifestamos perante o mundo que nos rodeia. O chakra das palavras, da formulação dos pensamentos e das ideias que nascem com a força da criação. As ideias que se lançam com a pontaria do homem, impulsionadas pela força toda contida nas coxas do cavalo.
Idealismo, força para sonhar e seguir a linha traçada pela seta lançada pelo sonho... característica do Sagitário!

Neste enquadramento e para potenciar o estimulo que Sagitário oferece, a última meditação foi dedicado ao alinhamento das chakras... Um exercício de limpeza e alinhamento, de arrumação dos restos do ciclo que está a terminar, dos nossos pensamentos negativos e emoções ruins, tudo.
Tudo para que podemos preparar os sistemas para um novo começo: para poder apontar as nossas setas para o objectivo do ciclo que se aproxima.

Um exercício bastante acessível, diria. É lógico, e compreendemos que temos que deixar "morrer" uma parte de nós para poder ganhar força e preparar o "renascimento". No entanto,  isso implica sabermos o que queremos, o que aspiramos. E isso já não é tão fácil como parece! Como disse uma das pessoas presentes: Muitas vezes é mais fácil definir o que não queremos, do que definir o que queremos.
Muito habituados a formular a partir da negação, a partir do negativo, a nossa mente está treinada para sublinhar a dor e o sofrimento que já não queremos mais. Parece que partimos do princípio que o Caminho, no fundo, se destina a escapar da miséria, das dificuldades, de tudo o que não queremos. É uma vibração, um tom, uma escolha de palavras que parece confirmar em primeiro lugar a existência do sofrimento e das dificuldades, introduzindo em seguida uma negação... A estratégia parece ser o querer chegar à positividade pela dupla negação.
Se ouvimos os nossos próprios pensamentos sobre o que imaginamos para nós, quantas vezes ouvimos palavras carregadas de negatividade? "É difícil... é um caminho longo e penoso... é uma luta constante... remar contra a maré... tenho que me defender contra a má energia... estou rodeado de gente pesada... vou tentar... não sei se sou capaz..."
O pensamento que se baseia na dor, parte do princípio que a existência humana é de um individuo separado do resto do mundo. O Eu que tem que se confrontar com o todo o resto. Aprendemos sentir-nos como isolados dos outros, tendo que conquistar o seu afecto, provar que valemos, mostrar que somos alguém, mostrar que somos capaz.
Esta atitude (também em muito devido à educação e transmissão cultural, diga se de passagem) pinta um retrato pouco favorável da nossa força e da nossa existência. São expressões que fazem com que acabamos por acreditar que estamos sujeitos ao mundo que está à nossa volta... como se o ser humano não fosse ele próprio criador do seu mundo. Como se não fossemos uma parte integrante do Mundo.
Se deixarmos os nossos pensamentos pintar-nos como Eu separado, que tem que lutar para conquistar a sua parte, negamos que existe um Nós unido, que pode partilhar o que a Terra tem para dar... em liberdade, em respeito, em fraternidade.

O  Sagitário pede para olharmos para nós de forma diferente! Pede para sairmos da posição de baixo, dos que sofrem, para  erguermos sobre as nossas pernas, exprimindo a nossa capacidade de criação! Sagitário pede para olharmos em que medida nos encaramos a nós como vítimas da situação - e pede que deixamos cair esta estratégia, para assumirmos a nossa verdadeira força. Pede para falarmos a partir do que o nosso coração sabe que está certo. Pede para exprimirmos em conformidade com a nossa vontade de criar um Mundo melhor para todos - incluindo para nós.

Somos capazes de alterar o nosso discurso, as nossas palavras? Aceitamos o desafio de exprimir-nos de forma diferente - a partir da consciência que somos iguais uns aos outros, que temos direito de sermos quem somos, que não é preciso sofrer do mundo exterior? Assumimos o nosso poder, a nossa força - e a responsabilidade associada? Somos capazes de olhar para nós como gostaríamos que os outros nos olham?
Somos capazes de aceitar o desafio de Sagitário, e seguir para onde as  setas dos nossos ideais apontam?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Lua Cheia em Sagitário - Eclipse lunar

A próxima Lua Cheia terá lugar no Sábado, 10 de Dezembro, às 14.37h, hora que neste dia também marca um eclipse total da Lua. O eclipse será visível em Austrália, Nova Zelândia, Asia Central e Oriental, Alaska...mas não em Portugal. Mas ao nascer da Lua, às 17.18h, e se o tempo nos permite, vamos poder ainda observar os efeitos do eclipse. A Lua estará mais perto do horizonte, tendo uma aparência maior do que normal. E o efeito do eclipse pode ser que aparece laranja, vermelho, ou até púrpura!
Podes ver mais informação neste vídeo.

A lua cheia de 10 de Dezembro será a décima terceira Lua do ano 2011, e a última antes do Solstício. Nesta altura do ano, o tema para as meditações é a libertação: libertação de tudo que limita, que prende, e criar disponibilidade para o ilimitado, tudo que permite crescimento.
A natureza permite que partes dela morrem para purificar a terra e torná-la de novo fértil para o próximo ciclo. O fulcral nisso é desapegar-nos da colheita do ano passado, e deixar que tudo de bom que resultou do ciclo passado,  se transforma em potencial para o ano que vem. Um período de voltar para dentro, de descanso e retiro, necessário para recarregar energias..
O Sol encontra-se no signo de Sagitário, que traz até nós as forças e energias que  precisamos para poder focar a nossa atenção, aspirações e intenções num só ponto. Sentindo a vontade e a necessidade de voltarmos para dentro, para o nosso círculo restrito onde sentimos conforto, segurança e amor, surge a tendência de ocupar-nos com assuntos espirituais e os nossos ideais. Sagitário estimula a focagem em novos objectivos, mais elevados, mais espirituais, mostrando-nos um só objectivo - a que podemos chamar a nossa aspiração e direcção. A Aspiração está ligado ao nosso crescimento em termos de personalidade, nesta incarnação física. Procuramos mais Luz e entendimento - seja através da ambição, seja através da intuição...
O outro aspecto, o direccionar, é o objectivo da Alma e fala de uma focagem num ponto interior, através da concentração.
O Sagitário procura uma forma de equilíbrio, porque como qualquer bom atirador, precisa de um olhar estável, uma mão estável e uma atitude tranquila na vida.

Muitas pessoas sentem uma evolução na focagem da sua energia, que leva à descoberta de uma aspiração e direcção na vida. Este processo pode ser apoiado pelas múltiplas formas de meditação que se tornaram acessíveis para um público amplo. Falo da meditação como treino da mente, treino da capacidade de focagem, treino para poder ter discernimento entre o acessório e o essencial dos pensamentos e da actividade mental.
Característico para a pessoa "iluminada" é o sentido de direcção, de ter um guia interior. Sagitário estimula a capacidade de ter uma visão, e de seguir de própria vontade um caminho para que podemos chegar a viver a nossa visão. Ultimamente, o objectivo do Sagitário é de exprimir na sua via, Amor e Sabedoria - sem interesses pessoais, dedicado ao bem-estar do conjunto.

Ao nível físico, Sagitário reina sobre as coxas, o centro da força material e de protecção. Também o sacro, que fornece energia para poder criar as condições materiais para poder sobreviver...Existe uma ligação directa com o chakra da garganta... e podemos concluir que pensamentos e palavras são a chave para este processo de criação!
Ao desenvolver uma capacidade intuitiva de dar direcção na vida, uma maneira mais pura de pensar e raciocinar surge - mais pura, mas de acordo com o Grande Plano.

Sagitário diz: Eu vejo o objectivo. Atingo o objectivo e vejo outro.
E o signo oposto, Gémeos, diz: Procuro a fusão, a união de Amor e Sabedoria, a harmonia entre todos os pares de opostos.

Meditação e Cerimónia da Lua Cheia
10 de Dezembro, às 17h
Cromeleque dos Almendres, Guadalupe, Évora

É costume trazer um sinal de agradecimento para o lugar: uma pedrinha, uma flor, um pouco de água, incenso... o que achar adequado para honrar o sítio.
A contribuição para a cerimónia em si, é por donativo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Não me julgue pelo meu passado

Claro. É óbvio que não gostamos ser julgados pelo nosso passado. Tal como procuramos evitar que julgamos os outros pelo seu passado...
Simples.... ou não?
Não me julgue pelo meu passado. Já não vivo aí.
Talvez como princípio teórico seja. Mas na prática podemos olhar para nos próprios e ver como é difícil viver no aqui e agora. Na maioria das vezes, nem sequer somos capaz de nos entender a nós sem ver o nosso passado e o nosso futuro. E mais: a maioria das vezes o passado e o seu conteúdo emocional ainda nos pesa, persegue e condiciona, enquanto o futuro está colorido por expectativas. Se queremos que os outros não nos julgam pelo nosso passado, talvez seja boa ideia libertar-nos e começarmos a viver no aqui e agora.
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