Cada um de nós tem uma chave para a sabedoria universal dentro de si. Abrindo o coração, entrando no silêncio, podemos aceder ao conhecimento que o vento murmura.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Solstício de Verão



O Solstício de Verão marca o dia mais longo do ano, e a noite mais curta. A partir do Solstício, os dias encurtam enquanto as noites se tornam cada vez mais longas, e lentamente a escuridão volta a entrar, até chegar ao Solstício do Inverno.

Aurora do Solstício de 2011 - Cromeleque dos Almendres
Na roda do tempo, o Solstício de Verão é o momento em que Terra e Sol se alinham de modo que todos os seres que crescem e vivem, possam chegar à sua plenitude.

A Luz cada vez mais intensa, fortaleceu os organismos, deu energia para crescer e desenvolver. A partir do Solstício, inicia-se o período do amadurecer, para que a colheita - mais para o tempo do Equinócio do Outono - possa ser abundante.

É uma data que tem um significado espiritual desde tempos ancestrais, desde que o ser humano se começou a maravilhar com o poder extraordinário do Sol. Os Celtas celebraram o momento com grandes fogueiras, e a tradição foi mantida pelos Cristãos, que situaram a festa de São João próximo do Solstício. Também é a festa de Li, deusa chinesa da Luz.

O Sol tem uma força incrível, e sempre foi visto como representante dos poderes divinos que criam Vida. Lembramos o faraó Akhenaton, que adorou o Sol como Deus Único (ver aqui texto e oração ao Sol).

Nas nossas regiões encontramos os círculos de pedras, ou Cromeleques, que pela sua orientação sugerem que os construtores destes recintos se orientaram pelos corpos celestes para marcar o ritmo do ano. O ciclo do Sol e da Lua à volta da Terra está intimamente ligado ao ciclo de cultivo de alimentos. O Solstício do Verão é neste ciclo um ponto importante. A Deusa Mãe reinou na Terra desde o início da Primavera, e agora está no auge do seu poder e da sua fertilidade. O início do Verão, no momento do Solstício representava neste culto ancestral, o casamento entre o Deus e a Deusa. A Terra recebe os raios do Sol, como numa união entre a Deusa e o Deus, união essa que está na origem da criação dos frutos que hão-de ser colhidas no Outono.

“Summer Solstice Celebration” –  Michael Gonzales, 1981
O Solstício é uma altura de celebrar o crescimento, a vida... com a consciência que agora que o Sol fecundou a Terra, ele continua dentro dela, mesmo que os dias vão sendo cada vez mais curtos até ao Solstício do Inverno. Naquele momento, o Sol estará longe, mas anuncia-se o seu regresso!

Os rituais do Solstício do Verão são celebrações alegres, em que o Fogo - que representa o Sol na Terra - tem um lugar central. Fogueiras são ateadas, há música, canto, alegria. O fogo dá aos participantes uma oportunidade de se libertar -  nomeadamente dos padrões de comportamento e pensamento ligados ao passado, para que a União simbólica possa acontecer em liberdade.  Jovens casais saltam, de mãos dadas, as fogueiras, celebrando a sua união.
As cerimónias nos locais sagrados celebram o Sol, e são um convite para que tenha lugar a união entre Sol e Terra, Masculino e Feminino.

Na aldeia de Guadalupe, Évora, o Solstício é celebrado com cerimónias, meditações e festa.
A Festa do Solstício Megalítico da aldeia de Guadalupe começa no dia 22, às 5.30h de manhã, no Cromeleque dos Almendres, com uma meditação e saudação ao Sol. Mais tarde neste dia, às 18.00h, as festas abrem oficialmente. Encontra aqui o programa completo.

Para quem queira participar na cerimónia de sexta, dia 22, de manhã (início às 5.30h) ou de domingo, dia 24, de manhã (início às 9.00h):
É costume trazer uma oferenda em agradecimento ao sítio: um pau de incenso, um pouco de água, uma pedrinha, uma flor, ou o que achar adequado para exprimir a gratidão. A Terra dá, tudo o que precisamos, sem olhar para quem somos ou como é o nosso comportamento, os nossos pensamentos, as nossas acções. A Terra dá, incondicionalmente. Nas cerimónias no Cromeleque, testemunhamos o nosso reconhecimento deste amor incondicional, e procuramos, mesmo que fosse só simbolicamente, exprimir a nossa gratidão.

terça-feira, 12 de junho de 2012

O Sagrado Feminino junto ao Sagrado Masculino

Durante o trânsito de 5/6 de junho de 2012  o Sol, Vénus e Terra estiveram em alinhamento directo. Os raios do Sol, poderosos e cheios de Luz, fundiram-se com a Luz e a energia de Vénus, transmitindo para a Terra a harmonia  e equilíbrio - como se fosse uma união alquímica.
Esta noção é reforçada quando olhamos para o padr
ão geométrica da órbita de Venus, tal como visível da Terra.
É como um símbolo-chave para a nossa memória celular - que se pode lembrar assim da harmonia universal. O completar desta geometria possibilitou um novo despertar da consciência, através da incorporação, ao nível celular, da energia conjunta do Sol e de Vénus

A meditação da próxima 5a feira será dedicada ao reforço da energia que se recebeu no dia 6. Uma abertura para o aspecto do Sagrado Feminino de Vénus, que veio à Terra, em conjunto com e integrado nos raios do Sol, que representa o Sagrado Masculino.



Para nós, individualmente, significa que podemos olhar para os desequilíbrios nos nossos relacionamentos, que são um espelho para os desequilíbrios internos entre os aspectos masculinos e femininos.
Estamos a passar por uma fase em que é nos mais fácil deixar as atitudes e comportamentos que estão ligados ao género, que não nos servem mais nos relacionamentos com os outros. 


Através do princípio do amor incondicional, representado por Vénus, e dirigindo a nossa consciência, podemos activar o nosso equilíbrio natural, próprio do nosso ser Divino. Se direccionamos a nossa intenção para esta cura específica, tudo o que precisa ser liberto é liberto e somos levados a um estado natural e saudável de equilíbrio interior. A partir de um estado de equilíbrio interior, podemos depois criar relações equilibradas com os outros.

Respiramos o Amor Universal, a União Alquímica. Se permitimos que o velho, o passado, sai com a expiração, seremos capaz, de pulmões cheios, respirar o NOVO

É por isso que é essencial, para qualquer cura, de desapegar de padrões e comportamentos antigos, de libertar o passado. O que depois acontece, pura e simplesmente, é que é criada a oportunidade para o Equilíbrio Divino poder restabelecer-se.


A meditação começa às 18.00h na Associação Oficinas da Comunicação.

domingo, 3 de junho de 2012

Lua Cheia de Junho -

No dia 4 de Junho (momento exacto: 12.13h) a Lua estará em linha com a Terra e o Sol. Será uma Lua Cheia com um eclipse parcial, que aparece como final do período que se iniciou com o eclipse solar do dia 20 de Maio.

O Sol está em Gémeos. As forças que fluem a partir deste signo ajudam a perceber a nossa natureza dual - parte da nossa natureza é física, humana; outra parte da nossa natureza é espiritual, divina.
Passando pelas experiências da vida, vamos tomando consciência desta dualidade, e somos guiados para encontrar União na relação entre Espírito e matéria, entre corpo e alma, entre o Ego (eu inferior) e o Eu superior. O signo de Gémeos traz a essência de todos os pares de opostos que são formados pelos signos do Zodiaco. Eventualmente, os 12 se tornarão 6, encontrando um ponto de equilíbrio.

No mundo como se apresenta actualmente, muitas pessoas vivem principalmente a partir do seu 'eu-inferior', que é um ego dualista, caracterizado pelo seu raciocínio e as suas acções que nascem da ideia da separação. É o "eu" contra "os outros". Assim, as pessoas perderem a sensação de pertença, e esqueceram-se da União de onde originaram. O estado de consciência que daqui resulta é temporário, mas necessário. Através de conflictos intensos, tanto interiores como com "o outro", haverá transformação até chegar a um estado de consciência Uno. Se tal acontece, a consciência que se identifica como individual, será elevada para a dimensão do Eu Superior, que "pensa com o coração".
Sabemos que todas as experiências são necessárias para o desenvolvimento da nossa Alma. Também sabemos que nos encontramos num período em que o nosso objectivo é de chegar, em conjunto com a Humanidade, a uma compreensão profunda da nossa Divindade.

O caminho da dualidade para a consciência da unidade, é representado no céu estrelado, pelos irmãos Castor e Pollux. As duas estrelas mais brilhantes da constelação de Gémeos representam a dualidade entre a personalidade (ego) e a Alma - do ser humano individual mas também da Humanidade.
No mito, os gémeos Castor e Pollux partilham a mesma mãe, porém têm pais diferentes - o que significa que Pollux, por ser filho de Zeus, era imortal, enquanto Castor, tendo um pai mortal, também ara mortal. Quando Castor morre, Pollux pede ao seu pai que deixasse seu irmão partilhar da mesma imortalidade, e assim teriam sido transformados na constelação de Gémeos.
Gémeos é um signo de Ar, símbolo do pensamento. Através dos conhecimentos certos, pensamentos claros e impressões intuitivos, a energia do signo contribui para uma boa relação entre a Alma do ser humano e o seu veículo físico. O pensamento concreto, que tem a sua origem no cérebro (físico) humano, morre gradualmente devido à sobrecarga, e também porque descobrimos que não nos leve mais longe.... A partir de uma insatisfação interior, cresce a necessidade de procurar algo "mais elevado". Eventualmente entraremos em contacto com um outro modo de pensamento, ou seja, o pensamento que nasce no coração.

No oposto de Gémeos, a Lua estará em Sagitário. Considerado o mais antigo e mais sábio dos signos de fogo, é conhecido por dar conselhos prudentes e sábios. O seu arco anuncia uma energia de expansão, que pede para apontar as setas para objectivos mais elevadas. A Lua Cheia avisa que é uma altura de enfrentar o que nos divida. É altura de parar de fugir, de olhar para quem realmente somos e, qual Castor e Pollux, unir-nos na nossa condição divina.
Neste momento final do período de eclipses, a ênfase está na nossa capacidade de assumirmos na nossa dimensão espiritual e divina, e estar bem connosco!

Por isso também é altura de tirar um momento e ver o que  existe nas nossas vidas em termos de memórias não-curadas ou infelizes. Um momento em que olhamos para dentro para ver como a nossa personalidade se formou, sofrendo traumas emocionais, e a que comportamentos ainda estamos apegados.  Tudo o que nos prende ao "Eu inferior" e nos mantém na emoção da dor, do sofrimento, da desilusão, mágoa, tristeza, inveja, impotência.... As energias estão favoráveis para inventariar os momentos e aspectos emocionalmente traumáticos, que ainda provocam dor ou desconforto,  e libertar o que nos limita ou mantém pequenos.

Na cerimónia da Lua Cheia de 4 de Junho, será dedicado um momento específico para a transformação destas emoções. Convido a quem quiser participar, para escrever num papel os aspectos que está decidido de se libertar, e dos quais está pronto a desapegar.
Será uma preparação para o trânsit de Venus que ocorre no dia seguinte, e que vamos celebrar com uma cerimónia da Água no dia 6.

Cerimónia e Meditação da Lua Cheia
Cromeleque dos Almendres, Guadalupe, Évora
4 de Junho de 2012, às 21.15h
É costume trazer uma oferenda para agradecer ao sítio: um pau de incenso, um pouco de água, uma flor... ou o que achar adequado para exprimir a gratidão à Mãe Terra.
A contribuição para a cerimónia em si, é por donativo.

domingo, 27 de maio de 2012

Pentecostes

No domingo 27 de Maio de 2012 celebramos Pentecostes - uma festa cristã, em que é lembrado que o Espírito Santo desceu sobre as pessoas.
Não é a festa religiosa mais conhecida... mas nos países com tradição protestante, a festa é de tal maneira importante que tem dois feriados seguidos - o Domingo de Pentecostes propriamente dito, mais a segunda feira a seguir.

O nome Pentecostes tem a sua origem numa palavra grega, "Pentekoste", que significa quinquagésimo. É o quinquagésimo dia após a Páscoa, e  o último dia da temporada de Páscoa. Pentecostes celebra que o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos. Podemos encontrar o episódio descrito no Novo Testamento. No primeiro Pentecostes, os crentes estavam reunidos numa casa. Julgavam que estavam ouvir o som de uma tempestade e viram chamas espalharem-se por cima das cabeças dos outros. Os crentes sabiam naquele momento que Deus lhes tinha enviado o Espírito Santo, tal como Jesus já tinha prometido, para dar às pessoas fé no seu coração. De repente, as pessoas podiam falar em línguas estranhas sabiam contar a todos sobre as grandes obras de Deus e seu Filho.

 No imaginário religioso (cristão) o Espírito Santo associa-se a uma pomba, juntando em si os conceitos da liberdade, do ar, das asas que seguram o ser enquanto voa. Alias, em todas as tradições, o Espírito está equiparado ao ar ou ao vento.

A nossa palavra "espírito" é derivada do latim spiritus, que significa respiração. Para os gregos, o Espírito é conhecido como Pneuma, um termo que também significa respiração. A palavra hebraica Ruah é sinônimo de vento. Yahweh é derivada da raiz HWY, o que significa também vento.

A consistência nesses termos diferentes não é coincidência.. É o resultado da intuição do Inconsciente, que nos comunica que conhecer o Espírito é conhecer o sopro de Deus. No Novo Testamento encontramos:

O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito." João 3:8

As palavras do João fazem lembrar a sabedoria dos nativos Norte-Americanos: 
Tudo partilha a mesma respiração - o animal, a árvore, o homem, o ar partilha o seu espírito com toda a vida que apoia. (Chief Seattle)
All things share the same breath - the beast, the tree,  the man, the air shares its spirit with all the life it supports.
(Chief Seattle)


Ou ainda a oração de Chief YellowHawk:
Ó grande Espírito, cuja voz oiço nos ventos, e cuja respiração dá vida a todo o mundo, ouve-me a mim que venho a ti, um dos teus filhos.
O Great Spirit, Whose voice I hear in the winds,
and whose breath gives life to all the world,
hear me, I come before you, one of your children.

 
Na Índia, essa respiração é conhecido como Brahmachaitanya, o Sopro de Deus. Na tradição do Vedanta, o Upanishad prasana (comentado por Shankaracharia) declara: "no coração reside o Atman, o Eu. É o centro de uma centena de canais .... nesses se move ... a respiração ".

Ainda na Índia, o Espírito também é associado ao prana, um termo que, em sânscrito, significa respiração.  Uma das mais antigas escrituras em sânscrito, o Atharva Veda, afirma que "todo aquele ser, impulsionado pelo sopro da vida, vai renascer".


Hoje celebramos que o Grande Espírito desceu para dar vida, também ao Homem. É um convite para sentir a respiração, sentir que na respiração se move a essência da vida. 
Perante o Grande Espírito somos todos iguais, e o sopro da vida existe em cada um de nós. A nossa consciência que o Espírito se manifesta em nós, torna-nos iguais a todos os outros. 
Respirando com a consciência, podemos libertar-nos dos medos, de constrangimentos que têm a sua origem em manipulação, dependência, controlo. Respirando podemos voltar a Viver, Aqui e Agora.

"I don't fear to any man, I depend of the Great Spirit."
Kondiaronk, Huron

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Eclipse Solar

No dia 20 de maio de 2012, pela primeira vez em 26.000 anos, o Sol e a Lua vão estar alinhados com a Terra e a constelação responsável pela nossa evolução espiritual e ascensão, as Plêiades. Haverá um alinhamento com a estrela central da constelação das Plêiades, Alcyone - a estrela central da nossa galáxia.Os povos antigos deixaram vestígios do seu conhecimento acerca dos alinhamentos, e da importância que atribuíram às Plêiades.Diz-se que a Pirâmide do Sol, perto da Cidade do México, em Teotihuacan está alinhada com as Plêiades, porque a sua face oeste e muitas das ruas envolventes, foram alinhadas directamente com o ponto de fixação das Plêiades na meia-noite da noite, quando este está no seu ponto mais alto.  

As Plêiades também foram reverenciadas pelos Maias. Este povo sabia, que na área de Chichen Itza o Sol lança uma sombra em forma de cobra no lado da escadaria norte da pirâmide Kukulcan durante o equinócio da primavera. Alguns estudiosos calcularam que cerca de 60 dias após o aparecimento desta sombra, quando o sol atinge o seu auge sobre a Pirâmide ao meio-dia (20 maio - 23 maio), há um outro alinhamento directo com as Plêiades. Este alinhamento entre Plêiades e o Sol pode ter uma conexão direta com a Quetzalcoatl, a serpente emplumada que veio trazer uma sabedoria maior para o planeta (uma das profecias Maia para 2012 é que hão-de chegar à Terra seres com mais conhecimento e mais sabedoria...)

Os antigos egípcios também destacaram as Plêiades, identificando a constelação como uma deusa, provavelmente Neith, a "mãe divina", ou Hathor, que assumiu a forma de uma vaca (e que trazia as sementes de vida). Estudiosos que trabalharam no Egipto nos últimos doze anos encontraram textos nos pirámides que sugerem que os egípcios reverenciavam as Plêiades como um sistema divino de ordem maior, especialmente Alcyone, a estrela mais brilhante da constelação.


As Plêiades são uma visão bem conhecida no Hemisfério Norte durante o inverno e no hemisfério sul durante o verão, e já são conhecidas desde os tempos antigos e em culturas em todo o mundo.  

Há histórias do povo Dakota (América do Norte) que falam dos antepassados ​​como sendo as Plêiades. Os Hopis chamam às estrelas pleiadianas 'Chuhukon', ou seja, aqueles que se unem. Os Hopi consideravam-se descendentes directos dos pleiadianos. Os Navajos chamaram às Plêiades os Sois Cintilantes, a casa do 'Deus Negro'. The Iroquois rezam a elas, como símbolos da felicidade. Os Cree dizem ter vindo à Terra das estrelas, em forma de espírito, para depois tomar uma forma física. Alguns nativos americanos acreditavam que todas as tribos da América do Norte vieram das Plêiades. Que eles eram realmente descendentes e que ao ser humano tinha sido dada a tarefa de manter a Terra em segurança.

Há bastantes profecias acerca do eclipse solar de 20 de Maio. Entre estas, a de Nostradamos, que prevê um terramoto maior, e a dos Maias, que prevê o regresso da Cobra-Jaguar e a vinda de seres com mais sabedoria e conhecimentos... 
Certo é que será um momento com um impacto energético importante. Será um dia de concentrarmos no nosso Sol interior, deixar brilhar a nossa Luz, e alinhar o nosso Sol com a Lua, o Sol e o Sol central da galáxia, nas Plêiades. Um dia de pôr os pés na Terra e sentir quem Somos - aqui e agora.


(fonte: Niburu.nl)
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