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| “Moon River,” by Marion Bradshaw |
A Lua está em Caranguejo, e veio sublinhar ainda mais que é agora altura de ver e aceitar quem somos. Encarar as questões de fundo é o primeiro passo para asegurar que a nossa viagem da nova era, que agora se inicia, será bem-aventurada.
As Luas Cheias sempre nos dão oportunidade de purificar e equilibrar, de libertar energias que perturbem a nossa Alma. Mas agora, a Lua em Caranguejo - oposta ao Sol em Capricórnio - estará de tal maneira posicionada que funciona como um pivot na séries de quadraturas entre Plutão e Urano. Já se falou aqui que esta conjuntura indica um processo de transformação colectiva profunda. Hoje podemos olhar para a Lua e ver como estamos, neste ponto de viragem!
E, agora honestamente, como estamos? Como olhamos para nós? Como valorizamos a nós? Há ainda pontos de vista que podemos/devemos mudar? Há ainda padrões emocionais que influenciam as nossas reacções e comportamentos?
A percepção de nós, a maneira como nós olhamos para nos próprios, é essencial se quisermos fazer algum progresso no nosso crescimento, na felicidade e satisfação com a vida. Uma vez que começamos a ver, entender e aceitar de onde viemos e quem realmente somos, podemos começar a filtrar os acontecimentos da vida e descobrir as questões de fundo que originaram as condições que enfrentamos.
Sem descobrir as questões de fundo, ficamos a andar em círculos, esperando chegar à causa do nosso sofrimento para poder resolver o assunto... sem nunca encontrar a resposta.
Capricórnio é um signo de iniciação. Neste caso poderá ser uma experiência profunda da nossa própria energia, da nossa própria existência. Podemos encontrar-nos no "topo da montanha", banhados na Luz da Fonte... para virar-nos e ver o Mundo à nossa frente. A iniciação poderá ser o momento em que realizamos que temos que virar-nos, não para cima, para caminhar para a Luz, mas para o mundo, onde há ainda desarmonia e que precisa da nossa presença.
A celebração /meditação da Lua Cheia terá lugar na
sextas feira, 28 de Dezembro, às 18.00h no Cromeleque dos Almendres, Guadalupe, Évora.
Para a cerimónia no Cromeleque, é costume trazer uma oferenda em agradecimento ao sítio: um pau de incenso, um pouco de água, uma pedrinha, uma flor, ou o que achar adequada para exprimir a gratidão.
A participação na cerimónia é por donativo.
Estão todos bem-vindos!
Mais info em: planetwaves










