Cada um de nós tem uma chave para a sabedoria universal dentro de si. Abrindo o coração, entrando no silêncio, podemos aceder ao conhecimento que o vento murmura.

sexta-feira, 11 de Julho de 2014

A Lua Cheia em Capricórnio, o Sol em Caranguejo: somos nós os construtores da casa que habitamos

No sábado, dia 12 de Julho, a Lua completa mais um ciclo.

Nos tempos antigos, a observação das fases da Lua era uma maneira para orientar as actividades da comunidade no tempo, indicando os períodos para semear e colher. Os ciclos da Lua eram uma ligação importante à Mãe Natureza que nos nutre e alimenta. Para os nativos norte-americanos, a Lua Cheia de Julho era chamada a Lua do Trovão, uma vez que era o tempo das chuvas e trovoadas. Uma Lua da água que nutre a Terra seca e sedente... à boa maneira do Caranguejo. Ao mesmo tempo, a Lua também era referida como a Lua do Veado, lembrando que surge no tempo em que crescem as hastes dos machos - nota-se a parecença com a simbologia do Capricórnio...

Com o Sol em Caranguejo, a Lua Cheia vai reflectir a Luz do Sol no outro lado do Zodíaco, em Capricórnio.
O par Caranguejo/Capricórnio representa a energia materna e paterna. Por um lado, a necessidade de ter um lar que é seguro e confortável, de ser amado, nutrido, desejado. Por outro lado, a necessidade de nos manifestar no mundo e oferecer o nosso serviço, os nossos talentos. Neste momento, o foco está no encontrar o equilíbrio entre os dois lados.

Capricórnio sente-se à vontade no mundo real. As suas forças incluem o sentido de dever e responsabilidade, e Capricórnio tem na sua génese a capacidade de fazer as fundações e trabalhar para construir o futuro, disciplinado e focado. O que é bom para adquirir riqueza e poder, mas o que pode resultar bastante assimétrico... precisamos também do outro lado. Precisamos de relaxar, descontrair, e por vezes retirar-nos para um cantinho seguro para experimentar o Amor, se quisermos ser pessoas não-disfuncionais. Dá para perceber que a nossa sociedade valoriza mais o lado de Capricórnio, no entanto, ter um lar seguro e confortável continua a ser uma necessidade real! Existe agora uma consciência clara das necessidades nestas áreas, como também há energia disponível para poder criar caminhos para que elas sejam satisfeitas.

(fonte)
Do lado do Caranguejo, a imagem é outra. Vejamos o mantram do signo de Caranguejo: "Construo uma casa iluminado, que habito". (Alice Bailey - Astrologia Esotérica) Neste aforismo, encontramos referência à necessidade de sentirmos protegidos e realizar-nos como pessoas e almas, mas também à acção necessária para que a vida resulta em protecção, conforto e realização.

Com estes dois signos activos, observamos o "casamento" dos elementos femininos e masculinos, do Pai e da Mãe que se unem. Uma união para que nós possamos sentir que existe, dentro de nós, a protecção, a capacidade de nutrir e aconchegar, bem como a força de vontade e de acção, a sabedoria e a compaixão para crescermos em equilíbrio, paz, amor e harmonia.

Na meditação da Lua Cheia, a energia é favorável para fazermos uma conexão com os vários elementos que têm um papel nesta configuração:
a essência do Sol, a essência do Caranguejo, a essência da Lua, a essência do Capricórnio, e a essência da Terra.

Ligamos à essência do Sol: o elemento masculino, o reino da acção.
O Sol oferece a energia da coragem e confiança, sendo a força vital que passa por todos os seres. Ligar, conscientemente, à força do Sol dá nos vitalidade: o Sol transmite a energia da Fonte.

Uma estratégia simples para ligar ao Sol: Estando na luz do Sol, recebemos conscientemente os seus raios, agradecendo toda a força vital disponibilizada. Pedimos ao Sol libertar e transformar tudo que não serve o Bem Superior de Tudo o que É.

Algumas afirmações aplicáveis:
Autorizo a Luz do Sol de activar a minha Luz interior
Abro para receber a benevolência, a protecção e a sabedoria do Sol
Reconheço a minha Luz interior e alinho-me com a Luz Divina
EU SOU força, vitalidade e vida
Liberto toda a resistência, consciente ou inconsciente, que posso ter ao elevar a minha frequência.

Estando na Luz do Sol, conectamos agora com a essência do Caranguejo, que actua no plano emocional, com a força feminina da água. A Luz traz o carinho e o amor da energia do Pai/Mãe, o que faz nos sentir confortável e agradavelmente abraçado. O abraço surge dentro de nos, à nossa volta, iradiando para todos os lados!


Ligação à essência da Lua: o elemento feminino, o reino da emoção.
A Lua reina sobre os fluxos magnéticos da vida. Influenciando o ir e vir dos marés, a Lua é como a tecedeira do destino.

Uma estratégia simples para ligar à Lua: Estando na luz da Lua, recebemos conscientemente os seus raios, agradecendo a força lunar. Relaxamos e aquecemos a alma na luz da Lua Cheia. Pedimos a Lua a sua orientação.

Afirmações aplicáveis:
EU SOU uma reflexão da Luz Lunar Divina
Ligo-me e recebo a luz de cura e o amor da Lua
Ligo-me com a luz da Lua, para reflectir, como ela, compaixão e amor
Liberto toda a resistência, consciente ou inconsciente, que posso ter ao elevar a minha frequência.

Estando na Luz da Lua, conectamos agora com a essência do Capricórnio, que actua no plano físico, com a força feminina da Terra. A luz faz-nos sentir a força da ambição, eficácia, responsabilidade, a força de ter um objectivo. À nossa volta sentimos um círculo, formado pela energia ancestral das Avós, dos Sábios, dos Avôs, dos Anciãos...


Ligamos, em seguida, à essência da Terra: uma força feminina que actua no plano físico.
A essência da terra é o nosso corpo físico, que contém o nosso espírito e alma. A Terra representa o ambiente que torna possível a nossa vida; é a fundação, a estrutura e a forma.

Estratégias para conectar com a Terra incluem encontrar um lugar na natureza onde podemos conectar conscientemente com a energia da Terra. Imaginando que somos uma árvore, que as nossas raízes estão firmes na Terra. Organizar o espaço pessoal, arrumar e limpar a casa também é bom para tirar o velho e fazer espaço para o novo. Ou podemos deitar em cima da terra, na areia ou nas ervas...para sentir o ritmo do coração da nossa Mãe!

Afirmações :
Ligo-me à Terra e acolho a luz de cura e o amor da Terra
Honro o meu corpo e a sua sabedoria
Estou seguro na Terra
Vivo em gratidão e graça
Amo e aprecio a minha casa
Tenho a Força para caminhar pelos meus próprios pés.

Enraizado na Terra, permitimos ao corpo que se equilibra enquanto recebe a Luz do Sol reflectida pela Lua. Permitimos que seja activado nos nossos sistemas a capacidade de sermos o guia da nossa vida, forte, carinhoso e compassivo. Permitimos que seja activado nos nossos sistemas a capacidade de criar e organizar a sociedade de forma pacífica e harmonioso, para que perdura e oferece apoio às gerações vindouras. Permitimos que seja activado a capacidade de criar sistemas sustentáveis e processos que resultem no benefício de todos. Permitimos que seja activado a capacidade de criar famílias e comunidades que prosperam. Permitimos que sejam activados, através de nós, sistemas que apoiam e acarinham a Mãe Terra e os seus oceanos, em benefício de todos e de gerações futuras.

Activamos o nosso amor pela Terra e o nosso amor pelos Oceanos e Mares.

Banhamos os nossos sistemas e as nossas intenções na harmonia da energia do Pai Divino e da Mãe Divina. É altura de assumir a nossa responsabilidade e participar activamente na nossa propria evolução e na evolução da humanidade como um todo. É o nosso destino sermos Seres de Luz e Criadores conscientes!

A celebração /meditação da Lua Cheia terá lugar na
Sábado, 12 de Julho, às 20.30h no Cromeleque dos Almendres, Guadalupe, Évora.

Para a cerimónia no Cromeleque, é costume trazer uma oferenda em agradecimento ao sítio: um pau de incenso, um pouco de água, uma pedrinha, uma flor, ou o que achar adequada para exprimir a gratidão.
A participação na cerimónia é por donativo.
Estão todos bem-vindos!

sexta-feira, 20 de Junho de 2014

Ser feliz é a busca maior de todos os seres humanos

Um dos princípios básicos que encontramos nos ensinamentos budistas, é que todos os seres trazem a semente da Budeidade. Logicamente, assim todos os seres humanos são iguais na sua essência - independentemente da sua nacionalidade, nível de instrução, religião, orientação ou qualquer outro aspecto relacionado com o contexto no qual o individuo está inserido. Com esta noção, as pessoas são encorajadas de reconhecer, dentro de si, a capacidade para a sabedoria, a coragem, a compaixão, o aperfeiçoamento e também a iluminação. É uma mensagem de esperança, um estímulo para todos que procuram o crescimento espiritual, para todos que procuram ser pessoas melhores.

 No fundo, todos os seres humanos têm o mesmo objectivo na sua passagem neste mundo: Queremos ser feliz. E para poder ser feliz, precisamos de entender, resolver e ultrapassar os conflictos interiores e emoções perturbadores que podem surgir no contacto com o mundo.
Todas as pessoas sentem as mesmas emoções elementares - é a universalidade das emoções. Todos experimentamos alegria, amor, regozijo; como também conhecemos todos o orgulho, a ira, a inveja, o medo, a dor. O que nos distingue uns dos outros, é a maneira como reagimos quando somos confrontados com estas emoções - sejam elas as que nascem dentro de nós ou as que sentimos nos outros. O que nos distingue, é a estratégia que empregamos para perseguir a felicidade.
Para lidar com as emoções, existem diferentes aproximações, diferentes caminhos. As religiões e as filosofias de vida orientam para podermos encontrar sentido, solução, paz interior no meio da turbilhão emocional. Oferecem uma via para entender o nosso lugar no mundo, este grande conjunto da Vida que sentimos fluir à nossa volta - em que tudo existe em interdependência de todo o resto; esta Vida em que nada existe por si só mas sempre em relação ao seu ambiente.
Se tudo neste mundo surge como consequência de algo e é dependente do seu ambiente, entendemos que cada um de nós tem uma responsabilidade em relação ao mundo que nos rodeia.
Talvez por isso mesmo, surge ao lado do princípio da igualdade um outro, também partilhado por todas as religiões, que é o princípio de reciprocidade. Este diz: Trata os outros como queres ser tratado. Se quer viver num ambiente alegre, então gere a alegria e partilha-a. Se quer viver num ambiente de amor e bondade, então gere amor e bondade e partilha-a.
Somos todos iguais e somos interdependentes. A felicidade dos outros é preciso para a nossa, e a nossa felicidade só pode existir se todos são felizes.
Do ponto de vista budista, aquilo em que a pessoa acredita, não é importante. É indiferente se é budista, cristáo, judeu, muçulmano, ou ateu. Mais importante é saber: É gentil? É compassivo? Tem paciência? É compreensivo? Bondoso? Consegue perdoar? No fundo, o que importa é: quem é como pessoa? Tem bom coração?

Maitreya, o futuro Buda, cujo nome significa: Amor e Bondade

 O cultivo do Amor e Bondade é um grande contributo para sermos uma pessoa melhor, como também é o cultivo da Gratidão. A gratidão em sinal de consciência que a nossa existência só é possível graças a tudo que existe em ligação connosco. Por isso, procuramos dedicar todo o nosso trabalho interior de purificação, de pensamentos, acções e palavas, ao grande conjunto do qual fazemos parte:

“Que todos os seres possam ser felizes, contentes e realizados.
Que todos os seres possam se sentir saudáveis e equilibrados.
Que todos possam ter aquilo que querem e precisam.
Que todos estejam protegidos contra o mal e livres do medo.
Que todos os seres tenham paz interior e bem-estar.
Que todos estejam despertos, liberados, independentes e não tenham limitações.
Que haja paz neste mundo e em todo o universo.”

E agradecemos... agradeçemos por todas as bênçãos que o planeta tem. Agredecemos por todas as bênçãos que a existencia humana nos oferece. Agradecemos, por todos os encontros que a vida previdencia. Agradecemos por cada momento, que podemos abrir o coração e partilhar a felicidade.






quarta-feira, 11 de Junho de 2014

Lua Cheia de Gémeos/Sagitário: o que somos é resultado do que pensamos

A primeira Lua Cheia do ano solar - coincidindo com a festa da Páscoa - celebra a renovação da Luz. É a festa da vontade divina que se exprima no (re)nascimento do Ser Humano.
A segunda Lua, na festa de Wesak, trouxe as bênções do Buda. É uma festa que celebra a Luz do conhecimento, da sabedoria, do Amor-e-Bondade.
A terceira Lua Cheia do ano solar - que acontece cerca da festa cristão de Pentecostes - traz até a Terra uma concentrada energia que permite fazer a integração do Amor Divino na nossa condição de seres humanos. É como se a Lua Cheia nos alimente, espiritualmente, com a vontade intensa de amar.
Depois do primeiro ciclo, dedicado às forças de Restauração, veio o segundo ciclo dedicado à Iluminação, para passarmos agora para a celebração do terceiro ciclo, dedicado à Reconstrução.

É quando o Sol passa pelo signo de Gémeos que temos a oportunidade de entender a dualidade que existe, dentro de nos, entre o Ego (ou Eu Inferior) e o Eu Superior. Através do entendimento podemos ultrapassar a dualidade, levando a União.

 O Ego vive a partir do princípio da separação, com a ideia que existe em separado do resto do mundo. Quando, em meditação, começamos a sentir a ligação com o Grande Conjunto,  podemos ir além do pressuposto que existimos em separado, e transformar a dualidade até chegarmos a uma consciência plena da União-com-o-Todo-que-É. Vivemos assim a ascensão da consciência, que resulta do processo que enveredamos em 2012 (e que está a decorrer ainda em pleno) por vezes denominado de ascensão de 3D para 5D.
Muitos têm sentido na sua alma um apelo forte para assistir a humanidade - as pessoas que todos os dias estão sujeitas às dificuldades da vida - para chegarmos em conjunto a um entendimento da nossa essência divina e força criativa.

É um proces grande e colectivo em que nos movemos da dualidade para a consciência da União; processo que é guiado pelo signo de Gémeos, por excelência o signo da dualidade. Castor e Pollux, as duas estrelas principais do signo, simbolizam a dualidade entre a personalidade e a Alma - tanto do ser humano individual como da Humanidade como um todo. Segundo o mito, Castor (o Eu Inferior) acaba por morrer e Pollux (o Eu Superior) ganha a imortalidade. (ver este post dedicado ao tema)

Gémeos é um signo de Ar - e Ar é o elemento ligado ao pensamento. Central neste período está o pensamento puro, o pensamento adequado para conseguir uma relação fértil entre o Eu Inferior e o Eu Superior, que resultará em União. Observar com disciplina o pensamento, reformulando continuamente os pensamentos que nascem da dualidade, faz com que a mente lógica se cansa, aceitando a sua condição e acabando por se entregar ao silêncio interior. Neste silencio, o que nasce no coração pode começar a fazer-se ouvir e sentir, levando ao nascimento da Consciência que está em União. 

É claro que um processo como este, que liga opostos e leva a um síntese entre os dois polos da dualidade e união, pode provocar fermentação, briga interior, tensão, acção e reacção... Em tempos de turbulência, a energia do período de Lua Cheia pode constituir um apoio importante, visto que traz para a Terra e para todos que estão disponíveis para receber conscientemente, uma concentração da força que precisamos para resolver o conflicto interior entre lógica e intuição, entre Ego e Alma, entre dualidade e união...
É um momento para sentir que Somos, todos juntos, UM.

O que somos é resultado do que pensamos. A mente é tudo. Tornamos naquilo que pensamos.

Cerimónia e Meditação da Lua Cheia
Cromeleque dos Almendres, Guadalupe, Évora
13 de Junho de 2014, às 20.15h
É costume trazer uma oferenda para agradecer ao sítio: um pau de incenso, um pouco de água, uma flor... ou o que achar adequado para exprimir a gratidão à Mãe Terra.
A contribuição para a cerimónia em si, é por donativo.


segunda-feira, 9 de Junho de 2014

A Lua Cheia de 13 de Junho pede para resolver o conflito entre a lógica e a intuição

Na próxima sexta feira, 13 de Junho, a Lua completa o seu ciclo e estará novamente cheia. A Lua Cheia de Junho é chamada Lua de Morangos ou Lua das Rosas ou Flores... Uma Lua de colheita, de flores e frutos, de romantismo e emoções.

Quando a Lua Cheia aparece, o Sol estará em Gémeos e a Lua em Sagitário. Como sempre, o período da Lua Cheia significa que podemos colher os frutos daquilo que semeamos na Lua Nova, aproximadamente duas semanas antes. Um período emocional - que tanto pode ser de romantismo como de confronto com emoções normalmente escondidas.
A oposição entre Gémeos e Sagitário é um eixo particularmente mental, em que Gémeos representa a "mente inferior" e Sagitário a "mente superior". O Sol em Gémeos estimula o pensamento lógico, enquanto a Lua em Sagitário convida à intuição e o pensamento lateral e abrangente. Sagitário é o signo das vistas longas e largas, de apontar as setas para o horizonte; a procura de um significado maior e ideias que ultrapassam o imediato e o curto prazo. Gémeos, por seu lado, é o signo das "vistas curtas", confortável no ambiente mais imediato e próximo.
É preciso atenção para ambos os extremos deste eixo, negligenciar um dos lados terá um efeito contraproducente. Na altura da Lua Cheia, a energia cósmica convida para um entendimento do equilíbrio entre os dois extremos.
De facto, esta Lua Cheia é toda acerca de comunicação com o próximo, a atitude pessoal e o chamamento para a aventura. Nos últimos tempos, algo tem estado a crescer dentro de nos...
e agora a energia cósmica convida para deixar saír o que acumulou. Não podemos fechar as nossas emoções e sentimentos no nosso interior. Manifestação é preciso! Somos lembrados que é necessário, mais do que nunca, exprimir o que vai dentro.
Muitos têm tido um sentimento que algo está se anunciando, lentamente e ainda em surdina; como muitos também têm sentido uma crescente necessidade de expôr a sua visão, de identificar o que está em desharmonia e de manifestar as suas ideias sobre as soluções possíveis. O embaraço está a ser posto de lado para dar lugar à noção de que a presença de cada um, no Aqui e Agora, não sõ é fundamental como faz toda a diferença!

A Lua Cheia ilumina o conflito entre a lógica e a intuição - a Luz da Lua brilha no céu nocturno e ilumina também o que está acontecer nas nossas vidas. O que ilumina este mês é o que tem estado a viver e crescer algures dentro de nós... a revelação pode ser emocional! O que será exprimido será novo, ainda não polido, e muito menos racional. Será prudente sentir as palavras antes de as proferir...
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