Cada um de nós tem uma chave para a sabedoria universal dentro de si. Abrindo o coração, entrando no silêncio, podemos aceder ao conhecimento que o vento murmura.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

actividades de Agosto / Setembro

Para os que não receberam o mail e que me pediram informações: 

Na noite de 31 de Julho, vamos poder assistir à segunda Lua Cheia de Julho - uma Lua Azul.
Com o Sol em Leão, a Lua aparece em Aquário. A Lua mostra como podemos experimentar a energia cósmica do Leão, através dos aspectos emocionais associados a Aquário.
A energia cósmica do signo de Leão está centrada no coração, e é sentido dentro e através do coração. Leão é o signo do Sol, centro do sistema solar, uma estrela que arde com um fogo intenso, oferecendo à Terra e às almas que a habitam, calor, luz, energia. É considerada a influência mais poderosa na astrologia, oferecendo vitalidade e autoridade. Leão é o signo da confiança, porque sabe o que está no centro da vida: criatividade, amor, generosidade perante o outro, mas também um sentido profundo do Eu.  A força cósmica do Leão ajuda a estabelecer uma auto-confiança, que nasce da noção que cada um é responsável para as escolhas que faz na sua vida. Há força em cada um, e quando assumimos a responsabilidade pela nossa vida, deixamos de ser vítimas da situação - mesmo quando se trata de situações complicadas ou limitadoras. Precisamos da energia do Leão nos tempos que se avizinham. Estamos a mudar um mundo que parecia preso nas consequências dos seus próprios actos.
No outro lado está a Lua, em Aquário. Signo de Ar, simboliza a Mente Cósmica. O símbolo do signo Aquário é o Ser Humano que traz uma bilha de água, para distribuir dois fluxos de energia cósmica - a todos que precisam e solicitam. Como se fossem dois rios: um com a água da vida, o outro um rio de Amor. Aquário é por excelência o signo que pede uma visão alargada, para que os talentos e dádivas individuais possam ser posto ao serviço da Terra e ser utilizados em benefício de todos.
A Lua Cheia com Sol em Leão pede para reflectir sobre o egocentrismo e o serviço à humanidade... o que motive os nossos actos?

Vamos celebrar a Lua Cheia na noite de
sexta feira, 31 de Julho de 2015, às 20.30h
Local: Cromeleque dos Almendres, Guadalupe, Évora
É costume trazer uma oferenda para agradecer ao sítio: um pau de incenso, um pouco de água, uma flor... ou o que achar adequado para exprimir a gratidão à Mãe Terra.
A contribuição para a cerimónia em si, é por donativo.

Em seguida vamos fazer uma caminhada ao Luar. Com início na aldeia de Guadalupe, até à Anta de Zambujeiro em Valverde. São cerca de 5 km, em terreno plano. Percorre-se um antigo caminho rural, dentro de uma herdade, ainda com actividades agrícolas, onde poderão tomar conhecimento com a sua história e principalmente com a questão da Reforma Agrária. Uma parte importante da história contemporânea do Alentejo, que muito influenciou a maneira de ser e estar das suas actuais populações. A caminhada será guiada pelo meu marido, que já realizou vários documentários sobre este assunto e em especial a história destas aldeias circundantes.
Não se esqueçam de levar a máquina fotográfica!
É aconselhável calçar sapatos fechados (nada de sandálias) . Em Valverde podem seguir para as festas da aldeia, para um refresco ou uma ceia...
Caminhada na Lua Cheia: Guadalupe - Anta Grande de Zambujeiro
sexta feira, 31 de Julho de 2015
inicio previsto às 21h30 (logo a seguir da meditação de Lua Cheia)
Agradecemos inscrição por mail ou através do blogue Cavalo-de-Vento.blogspot.pt, para que a logística de transporte possa ser assegurada.
Participação 3€
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O Portal do Leão
dia 8 de Agosto deste ano é uma data com um significado simbólico especial: 8-8-2015 ou em termos da numerologia: 8-8-8. O número 8 é conotado com harmonia, equilíbrio, abundância e força/poder. Visto de lado, o 8 torna-se o símbolo da infinidade ∞ - muito adequado para os tempos que vivemos, porque estamos cada vez mais a assumir o nosso papel de co-criadores de um mundo novo, com possibilidades criativas infinitas!
Dia 8 de Agosto é o ponto alto do período conhecido como o "portal do leão". Este portal está aberto entre 25 de Julho (o dia-fora-do-tempo dos antigos Egípcios, quando Sírius se alinha com o Sol e a Terra, anunciando o início de um novo ciclo) e 12 de Agosto. Ondas de Luz vindo do centro da nossa galáxia banham a Terra, muita energia chega, para apoiar o nosso planeta na sua evolução. 
A energia favorece a Manifestação, vamos poder aproveitar o canal aberto para que a nossa criação seja lançada para o Universo.

Sessão de Sons
sábado, 8 de Agosto de 2015, às 20h (convém chegar 15 min antes)
Local: Cromeleque dos Almendres, Guadalupe, Évora
É costume trazer uma oferenda para agradecer ao sítio: um pau de incenso, um pouco de água, uma flor... ou o que achar adequado para exprimir a gratidão à Mãe Terra. Para o seu conforto, pode trazer uma manta para se sentar ou deitar.
Participação por donativo.

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Próximas actividades
A Lua Cheia de Agosto será celebrada na quinta-feira, 30 de Agosto, às 20.15h
Celebração do Dia Mundial da Deusa: Domingo 6 de Setembro. Workshops, meditação, celebração no Cromeleque dos Almendres. Ver programa próprio no Facebook
Cerimónia para o Equinócio do Outono: quarta-feria, 23 de Setembro, 07.00h
Lua Cheia de Setembro (Eclipse lunar total) 28 de Setembro, 19h30h
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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Transformar o pequeno e grande sofrimento

Uma motivação comum para começar com a meditação, é o desejo de encontrar a calma interior. Uma calma que afasta aqueles pensamentos negativos que invadem a nossa mente - normalmente nos momentos mais inesperados. Podemos interrogar-nos se esta expectativa é realista, e foi colocado uns tempos atrás uma reflexão sobre esse aspecto da meditação (ver aqui). Mas vou voltar ao assunto, porque a questão é persistente, tanto em perguntas de participantes na meditação, como na minha prática pessoal.

Um amigo colocou a imagem que está aqui ao lado no seu mural :D
Por vezes identifico em mim a mesma sensação. Também me acontece ser confrontada com pessoas que parecem querer exasperar o outro de propósito. E sei que não sou a única a quem acontece, porque chegam pessoas à meditação que me perguntam: O que se passa? Estamos a falhar o alvo? Existe a sensação que fazemos este trabalho interior todo, reflectimos, meditamos, observamos - e mesmo assim deixamos que alguém nos desequilibra??

Os mestres ensinam que não vale a pena procurar eliminar as emoções disruptivas através da práctica da meditação - essa procura é como perseguir uma ilusão. O que se procura desenvolver na meditação é a capacidade de levar a atenção directamente e imediatamente para aquilo que é sentido e repousar aí, com amor e bondade e com atenção plena.

Quando sentimos emoções disruptivas ligeiras, esta tarefa parece ser relativamente simples. Os pequenos incidentes do dia-a-dia até são oportunidades óptimas para treinar a auto-compaixão. Estou a falar de disrupções emocionais pequenas, que embora possam ter uma influência naquele dia, não impedem que a vida seja vivida normalmente. Coisas que surgem de uma situação específica: uma reunião em que o teu trabalho foi rejeitado; uma discussão com um amigo; um cliente com uma queixa; o carro que precisa de reparação quando já não há dinheiro para isso - ou simplesmente um "dia-não". Uma solução para estes sentimentos negativos é sentar em meditação, com a disposição do momento, e sim, sentir a emoção. Permitir que ela existe. Pema Chödron chama a isso: encostar-se  à emoção. Sentir - e mais nada. Nada de conclusões, ou procura de soluções. Nada de julgamentos. Nada de histórias. Sentir sem desencadear logo uma narrativa através de  pensamentos do tipo "sinto isso e a culpa é dele"; "não sou capaz de ter uma boa relação"; "falhei, devia ter feito aquilo de outra maneira"; "isso sempre me acontece"; "os meus pais não souberam educar-me" etc etc. Se este drama pessoal arranca, precisamos de intervir: libertar logo o pensamento e levar a atenção de volta à sensação no corpo, observando o que há para observar - calor, frio, tensão, desconforto, dor difusa aqui ou ali...). A técnica consiste em tornar a observação uma exploração de fundo, descrevendo com precisão as características das sensações.
A atenção plena sem julgamento, sem narrativa, sem drama, funciona da mesma maneira que o amor incondicional. Tal como uma mãe trata o dói-dói do filho depois de ter caído da bicicleta: ela observe, vê sem dramatizar, com toda a sua atenção, a ferida (se ela existe!), limpa, cuida e dá um beijinho no dói-dói. Atenção plena, sem drama. O resultado mais provável é que a dor desaparece e a criança volta a brincar.
Parece que a atenção plena e amor incondicional estimulam o corpo e o metabolismo das células, fazendo com que conseguimos digerir as experiências e voltar a sentir uma energia positiva.

É claro que há sensações negativas que não desaparecem tão facilmente só porque criámos espaço para sentir. Estas sensações dolorosas mais difusas podem existir por muitas razões - pode ser uma baixa auto-estima ou um conflicto interior recorrente que teima em criar obstáculos e que não sabemos como mudar. Estou a falar do género de mal-estar que parece acompanhar-nos durante grande períodos, como se fizesse parte de nós. Aqui a aproximação de "sentir a emoção e permitir que ela existe" não é suficiente. Começando na mesma com a observação e atenção, precisamos de avançar para mais: uma amizade com a emoção. O que realmente importe numa amizade é estarmos interessados em quem é o nosso amigo. Uma curiosidade genuíno, caloroso, sem segundas intenções. A nossa dor também gosta deste tipo de atenção. Ao dar atenção sem segundas intenções, até podemos descobrir que conseguimos gerar um sentimento bondoso e aberto. Em vez de vencidos pela dor, aliamos a ela e encontramos nela uma razão para gerar amor e bondade e auto-compaixão - e isso dá força!

Outras dores há que são ainda mais profundas - a dor após perder um ente querido, a dor de uma doença incurável na família. Uma dor derivada de uma situação sem solução, sem alternativa. Quando tudo de repente está completamente diferente e vai ficar assim.
Aqui a meditação pode oferecer uma porta para a aceitação. Olhando para a dor, sem julgamento, sem outra narrativa associada, podemos ver que o sofrimento não é eterno. Gradualmente a dor mudará de carácter, e entendimento surgirá.

O sofrimento tem um objectivo nobre: a evolução da consciência e a transformação do Ego. O Ego pode estar a dizer: "Eu não devia estar a sofrer" - o que faz surgir a sensação de ser vitima, e sublinha ainda mais a sensação de sofrimento. O objectivo da Alma é a transformação; tentar evitar ou eliminar o sofrimento vai abrandar o processo de transformação. A resistência contra o sofrimento e a luta interior contra a dor vai criar ainda mais Ego.
Aceitar o sofrimento vai acelerar o processo de transformação, porque começamos a sofrer com cuidado e atenção. E da sensação ardente da dor nascerá a Luz da Consciência.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Lua Cheia em Touro: Wesak, a festa do Buda

Na segunda feira, o momento exacto da Lua Cheia será de madrugada, às 4h43m hora de Lisboa.
Vamos celebrar na noite de domingo, 3 de Maio, ao nascer da Lua/pôr do Sol, a partir das 19h45, no Cromeleque dos Almendres, em Guadalupe, Évora.
Quando o Sol está em Touro, é celebrada a festa da Wesak na altura da Lua Cheia. (há textos acerca desta festa, clique aqui ou aqui)
Deixo aqui também um vídeo sobre a celebração de Wesak, que inclui sugestões para poder usufruir de forma melhor a energia que fluirá para a Terra durante o período da Lua Cheia.
(existe também uma versão em inglês)

Wesak é uma ocasião extraordinária para sintonizar com a consciência universal para a criação de Paz na Terra. Todas as pessoas empenhadas na sua evolução espiritual, que meditam e abrem os seus sistemas para a energia divina entrar, podem contribuir para que seja aberto um portal de Luz. A intenção é que a energia do Amor e Bondade, a energia da vontade de fazer o Bem, posso ser recebida pela Humanidade.

A Lua Cheia deste fim de semana anuncia dias intensos. O período da Lua Cheia é sempre uma altura propícia para a introspecção. A Lua vai iluminar os lugares mais escuros que temos cá dentro, para lembrar que aquilo que se encontra na sombra também faz parte de nós e merece a mesma atenção, amor e bondade como aquilo que gostamos de nós. Aquilo que vamos encontrar, será a verdade. O melhor que podemos fazer é olhar para a verdade e aceitar, sem julgamento, o que encontramos. Os tempos do fazer de conta passaram, já não será possível pretender que somos perfeitos ou  disfarçar aquele feitio complicado. Mais vale sermos honestos e abraçar o que encontramos, porque é no reconhecimento de quem somos por inteiro que encontramos força para a nova fase.

Domingo, 3 de Maio, às 19.45h
no Cromeleque dos Almendres, Guadalupe, Évora.

Para a cerimónia no Cromeleque, é costume trazer uma oferenda em agradecimento ao sítio: um pau de incenso, um pouco de água, uma pedrinha, uma flor, ou o que achar adequada para exprimir a gratidão.
A participação na cerimónia é por donativo.
Estão todos bem-vindos!

sexta-feira, 3 de abril de 2015

4 de Abril: Eclipse Lunar, Lua de Sangue - Portal da Liberdade

A Lua Cheia que vamos viver no sábado, 4 de Abril é especial.
Quando surge, o Sol está em Carneiro, e será a primeira Lua Cheia do ano astrológico, associada à Páscoa. 
O signo de Carneiro simboliza o Início, o nascimento de algo novo. O signo é muito bom em iniciar novos ciclos que podem levar a revelações.
No início do ciclo da vida, a Luz flui, a partir da Consciência Divina, para o ser humano, de modo que se dá o início da consciência individual. Este fluxo, que estimula a inteligência do ser humano, é particularmente criativo.

 É neste altura do ano que pessoas podem se sentir inspiradas para fazer novos planos, mudar de rumo na vida, sentir o impulso de começar um negócio próprio ou uma obra de arte, fazer o primeiro passo para uma renovação interior... ou a alma pode fazer o primeiro passo para incarnar de novo.
O signo de Carneiro é o lugar-tempo onde nascem ideias e onde nasce o impulso de transformar a ideia em acções concretas.
Podemos dizer que a festa associada ao Carneiro, a Páscoa, é um evento planetário, porque a energia está disponível para a humanidade inteira!

Mas esta Lua é especial também por outra razão: a Terra vai estar entre Sol e Lua, provocando um eclipse lunar total. Por um curto período, a Lua vai aparecer vermelha como sangue. Será visível na América do Norte, mas aqui sentiremos igualmente o efeito.
Será o fecho do período iniciado pelo eclipse solar total de 20 de Março, e podemos sentir a energia como se fosse um reforço do portal que se abriu naquele dia em que o Equinócio coincidiu com a Lua Nova e o eclipse solar total.

Um portal para uma vida nova, em que finalmente podemos sentir o passado na sua essência: sendo passado. Já foi. Olhando para trás podemos dizer, sem remorsos, sem ressentimentos, vergonha ou culpa, que passamos por isso tudo. E que agora somos quem Somos - Seres livres.

É claro que na aproximação de um portal desta natureza, a conflitualidade pode estar no ar. Ainda mais porque continuamos a sentir o efeito da ultima quadratura entre Urano e Plutão. A mudança deixou de ser uma opção!
Agora mais uma vez, podemos abrir-nos para a energia do Universo e sintonizar-nos com a onda de mudança que flui para a Terra pelo portal que se abrirá. Podemos tomar consciência que Somos seres livres, por natureza, intrinsecamente. Somos Seres Divinos, capazes de criação e por natureza livres de manipulação, controlo ou dependências. Podemos sentir, aqui e agora, que não temos obrigação de sentirmos sujeitos ou vítimas da mesma manipulação, controlo ou dependência.
O portal que se abrirá, traz a energia da Liberdade.
Que todos os seres possam conhecer a Liberdade.

sábado, 4 de Abril, às 20h
no Cromeleque dos Almendres, Guadalupe, Évora.

Para a cerimónia no Cromeleque, é costume trazer uma oferenda em agradecimento ao sítio: um pau de incenso, um pouco de água, uma pedrinha, uma flor, ou o que achar adequada para exprimir a gratidão.
A participação na cerimónia é por donativo.
Estão todos bem-vindos!

 

Somente ficamos perturbados se assim quisermos!

Buda estava sentado debaixo de uma árvore Banyan.

Um dia, um brâmane furioso chegou junto a ele e começou a tentar insultá-lo. O brâmane pensou que Buda iria retribuir da mesma maneira, mas, para a sua surpresa, não havia a menor mudança na expressão do seu rosto.

Agora, o brâmane ficou mais furioso, e gritou mais e mais abusos para o Buda.
No entanto, Senhor Buda estava completamente impassível. Na verdade, havia um olhar de compaixão no rosto. Finalmente, o brâmane estava cansado de o insultar.
Ele perguntou: "Tenho estado a insultá-lo, por que não está com raiva?"
Buda respondeu calmamente: "Meu querido irmão, eu não aceitei um único insulto vindo de vôs."

"Mas ouviu-me dizer todos ou não?", o brâmane perguntou já mais fraco.
Buda disse: "Eu não preciso dos insultos, então por que deveria sequer ouvi-los?"

Agora, o brâmane ficou ainda mais confuso. Ele não conseguia entender a resposta calma de Buda. Olhando para o rosto perturbado, Buda explicou ainda: "Todos esses insultos permanecem consigo."

"Não pode ser possível. Atirei todos eles para si," o brâmane persistiu.

Buda repetiu calmamente a resposta: "Mas eu não aceito nem mesmo um único abuso vindo de si! Querido irmão, suponha que você da algumas moedas a alguém... se ele não as aceitar, com quem ficarão essas moedas?"

O brâmane respondeu: "Se eu dei as moedas e ninguém as necessita, então, naturalmente, elas iriam ficar comigo."

Com um sorriso significativo em seu rosto, Buda disse: "Agora você está certo. O mesmo aconteceu com os seus abusos. Você veio aqui e atirou os seus insultos a mim,
mas eu não aceito nem um. Assim, todos esses abusos continuam consigo. Portanto, não tenho razão de estar zangado consigo. "

O brâmane ficou mudo. Ele tinha vergonha do seu comportamento e pediu perdão a Buda.
Buda perdoou e respondeu: "por favor, perdoe-se também."



Amor, calma e paz são as chaves para uma vida contente.
Lembre-se quem verdadeiramente É e o que quer na vida, inserido no Todo. Não há necessidade de responder ao que o outro diz quando partilha a sua raiva, ciume, enveja, ou desequilíbrio. Respira e deixa passar estas energias, transformando-as gentilmente e com paciência em Amor. Ser Amor e Bondade é o melhor presente que pode dar a si próprio - e através de si, ao Tudo-Que-É. 
Perdoe a si mesmo e ao outro por todo o sofrimento que tem sido perpetuado, até agora. Aqui e Agora, a cada momento e todos os dias, podemos começar a criar um novo mundo, um mundo de Amor e Bondade.
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