Cada um de nós tem uma chave para a sabedoria universal dentro de si. Abrindo o coração, entrando no silêncio, podemos aceder ao conhecimento que o vento murmura.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Trabalhar os chakras para alcançar o desapego

Encontrei este texto entre os rascunhos... como sempre, as coisas aparecem no momento certo. Deve ter sido altura para olhar novamente para estes pensamentos e ver se trazem um novo olhar, um novo "insight". O tema do desapego tem sido recorrente; neste texto um olhar sobre o processo de desapego visto em ligação ao funcionamento dos chakras.

Nas sessões de meditação de grupo, fazemos com alguma regularidade uma limpeza dos chakras. Por vezes recorrendo à visualização de cores, por vezes activamos os chakras com sons ou afirmações.
Os diferentes métodos purificam e alinham em diferentes níveis energéticos, emocionais e de consciência. Uma maneira talvez menos utilizada mas muito profunda, é a que recorre a uma tomada de consciência daquilo que obscurece o nosso corpo emocional. Neste exercício, em vez de utilizar visualizações e vocalizações para promover o bom funcionamento dos diversos chakras, investigamos situações específicas que dificultam o fluir dos chakras.

Os chakras são como portais energéticos, que quando funcionam bem, permitem a entrada de frequências específicas para o nosso desenvolvimento harmonioso. Aspectos como a capacidade de sobrevivência; a capacidade de sentir prazer; a força de vontade; a capacidade de dar e receber amor ou de falar e ouvir a verdade; a capacidade de ver além das aparências  e de manter uma ligação com o Universo, encontram-se associados aos vários chakras.
Mas sabemos como funciona a Vida: há sempre o outro lado da medalha. Cada chakra tem também associadas emoções que contrariam o fluxo energético do chakra.

Ao longo da vida, armazenamos e guardamos no corpo memórias específicas dos acontecimentos pelo que passamos e das consequências dos mesmos. O corpo acaba por ter/ser um registo da aprendizagem-ao-longo-da-vida. Quando deparamos com situações semelhantes a algo que aconteceu no passado, a mente reage para poder dar resposta, e vai à procura do registo. Na verdade, o que acontece é a activação de um mecanismo físico e quimico: a mente vai recriando as emoções que na altura foram sentidos e que deixaram marca.
Quando estamos conscientes destas memórias, isto é, quando estamos despertos para observar de maneira neutra o que se passa na mente e no corpo, podemos fazer um trabalho de libertação e transformação.
Com as memorias celulares acaba por ser mais difícil, porque fazem parte do subconsciente. Muitas vezes não sabemos a origem ou a razão de ser dos nossos medos, ansiedades, sentimentos de culpa. Muitas vezes também não nos apercebemos que são estas emoções, guardadas no subconsciente, que formam o pano de fundo e a motivação das nossas acções e palavras...

© Carol Cavalaris
Uma possível via de acesso às memorias celulares passa pela meditação. Numa atitude de observação sem julgamento, meditamos sobre a emoção associada ao chakra, até sentirmos o modo em que a mesma emoção existe no nosso corpo. Em seguida, reconhecemos a sua existência e procuramos aceitar, sem julgamento, que temos um passado.

Esta aceitação é fundamental, é a base do amor-próprio. Se conseguimos aceitar o nosso passado e toda a sua influência no nosso desenvolvimento, podemos superar a tendência de julgar-nos. O que nos aconteceu, não é bom ou mau em si. Aconteceu. E agora podemos escolher não carregar mais o peso da emoção bloqueada. Podemos desapegar-nos dos traumas emocionais associados ao nosso passado. Uma respiração direccionada apoia em seguida a libertação da energia obstrutiva.
Passando pelo corpo, deixando que a nossa atenção plena paira sobre os chakras, um a um, podemos fazer um inventário das emoções contidas no corpo emocional: vislumbramos o medo, a culpa, a vergonha, o luto, as mentiras, as ilusões. Trabalhando de baixo para cima, começamos na raíz e culminamos na coroa.

O chakra da coroa é o portal principal para a energia do Universo entrar nos nossos sistemas. Quando funcione bem, dá acesso ao entendimento acerca da verdadeira natureza do Ser. Dá acesso à consciência cósmica, e à toda a sabedoria acumulada no universo.
Pela sua natureza de acesso à União com o Todo-que-É, o funcionamento do chakra da coroa é contrariado pela existência do apego.

O apego é uma tendência comum, que ao tudo indica, ocorre naturalmente no ser humano.
Ao nível espiritual a palavra representa a sensação que não podemos viver sem aquela pessoa ou aquela coisa a que estamos apegados.  Atrás desta sensação está o medo: medo de ser rejeitado, medo de perder o controlo, medo da morte, medo da insegurança. Aquilo que conhecemos oferece segurança, mesmo quando estamos cientes que é uma segurança imaginada. Podemos ter apego às coisas, à uma pessoa, um relacionamento, ao passado - mas também aos conceitos, ideias, crenças e à nossa auto-imagem. E podemos ter apego às nossas emoções.

O que acontece à nossa energia quando temos apego, quando nos agarramos a algo para assegurar a nossa felicidade? Como o apego é causado por uma sensação de vazio interior, pensamos poder resolver isso agarrando-nos. Como consequência absorvemos a energia do objecto do nosso apego. Tornamos menos "nós mesmos", dando espaço a energia alheia.  E o objectivo, a felicidade, fica mais longe: o vazio interior fica ainda mais enfatizado.

A segunda das quatro "Nobre Verdades", formulado pelo Buda, diz: A fonte de sofrimento é o desejo. O desejo de ser alguém, de ter algo, de sentir, de ter segurança. Tudo isso leva-nos para além da nossa verdadeira natureza do Ser, leva-nos para fora de nós. O desejo nasce da ilusão que é do exterior que vem a felicidade, dando origem ao apego....

Quando fazemos a limpeza dos chakras de modo acima descrita, vamos desapegando progressivamente das emoções e padrões comportamentais a que estamos apegados: em primeiro lugar o medo, que é a base de todo o apego... depois a culpa, a vergonha, a tristeza, as mentiras, as ilusões e crenças. Ao chegar ao portal do chakra da coroa podemos investigar o que nos resta dos apegos ao mundo terreno. Existe ainda apego a algo ou alguém? Enquanto houver ainda uma parte da mente que acredita que a felicidade só pode acontecer se as condições exteriores (ou a presença ou aprovação de alguém) estão asseguradas, o portal de acesso à União com o Tudo-que-É só se abrrirá parcialmente. Na medida que começamos a entender verdadeiramente o que é o desapego, a porta começa a abrir-se, para termos contacto pleno com a consciência alargada, a consciência cósmica.
E quando isso acontece, sabemos porque é que se diz que a verdadeira felicidade vem de dentro.


 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A paz começa quando tornamos amigos de nós proprios

“Quando começamos com a prática de meditação, ou iniciamos uma outra forma de prática espiritual, pode acontecer pensarmos que assim vamos ser pessoas melhores. Este pensamento é uma agressão subtil contra quem somos de verdade. É parecido com o pensamento: se fazer exercício físico, vou me tornar alguém melhor. Ou se tiver uma casa mais bonita, serei alguém melhor.
Mas o amor e bondade (Maitri, em sânscrito) em relação a nós próprios não significa que temos de nos libertar de algo. Maitri significa que ainda podemos ser doidos, ou zangados. Podemos continuar a ser tímidos, ou invejosos, ou estar cheios de sentimentos de inferioridade.
Meditação não visa libertar-nos de nós para nos tornar uma pessoa melhor. Visa criar uma amizade com quem já somos.” (Pema Chodron, em: Comfortable with Uncertainty).

Para a maioria das pessoas que lêem este texto, a citação até pode parecer um remate para uma baliza aberta: Sim, claro, em vez de tentarmos modificar-nos devemos tentar ser quem somos, igual a nós mesmos…
Mas “ser quem somos” é muito mais fácil dizer do que fazer. Se olharmos para a nossa prática de meditação, podemos verificar isso. Ao sentarmos para a meditação, quantas vezes não acontece trazermos uma expectativa? Sentamos, esperando que podemos acalmar a mente. Esperamos que desta vez os pensamentos vão deixar de tombar como cartas de um baralho que se desfaz sem haver maneira de os parar de cair. E quantas vezes opinamos sobre uma meditação, achando a “boa” ou “má”, conforme a medida em que respondeu às expectativas.

As mesmas expectativas, segundo as palavras de Pema Chodron, que em si são uma agressão subtil contra quem tu és.


Como toda a gente, também eu tenho experiência com a auto-agressão… acontece-me em particular quando começo a escrever. Sei o que gosto e não gosto, sei o que considero um bom texto e o que não. E quando começo a escrever, pode acontecer que “alguém” se põe atrás de mim, julgando e opinando sobre o que vou escrevendo – e volta e meio oiço: Estás a fazer isto mal, isto está errado. Se teria sido uma pessoa real a falar, teria respondido que não era da sua conta, que me deixasse fazer à minha maneira. Mas esta vozinha que surge do meu próprio ego, pode dizer o que quer.
Nestas alturas lembro-me das palavras de Pema Chodron, que devem ser tomadas literalmente, não só na meditação mas igualmente no dia-a-dia.

Quem tiver filhos, sabe que há um amor muito especial que temos com os nossos filhos. Um amor incondicional. Amamos sempre os nossos filhos, mesmo se eles fizeram algo estupido, ou quando têm medo de falhar, ou quando estão zangados, ou têm inveja ou ciúmes. Nem sequer os amamos menos por terem emoções complicadas. Curiosamente, trabalhamos com medidas diferentes quando é sobre nós. Amamos menos a nós mesmos quando temos medo de falhar ou quando temos ciúmes, porque achamos que não devíamos ser assim, e devíamos livrar-nos desta maneira de ser.
Infelizmente, a auto-critica é contraproducente: parece ter como resultado que rejeitamos aquela pessoa que somos, fazendo com que não conseguimos mudar.
Seria muito melhor sermos amigos de quem somos. Amar-nos incondicionalmente, o que significa poder ser tímidos, inseguros, parvos, ciumentos, seja o que for. Seria uma atitude mais construtiva, como podemos verificar nos nossos filhos: quando eles sentem que os aceitamos, começam olhar para os seus actos e sentimentos, começam a se entender, e compreender como mudar o seu olhar sobre a vida para terem uma vida mais feliz.

Amar incondicionalmente a quem somos seria uma solução para muito sofrimento. A gentileza para connosco podia significar inclusivo mais bondade entre as pessoas. Muitas vezes, as pessoas que criticam outras não estão contente consigo mesmo. Deste modo, se conseguíssemos praticar o amor e bondade interior, a necessidade de agredir o outro também pode desaparecer.

O que começa como uma auto-agressão subtil, pode tornar-se numa atitude agressiva perante o outro. Parece um lugar-comum, mas também parece ser inteiramente verdade. A paz começa com gentileza, bondade, amor e paciência para com quem tu és.

domingo, 4 de janeiro de 2015

A Lua em Caranguejo, o Sol em Capricórnio: alcançar a Luz

 
(há um erro na página que não consigo tirar, por favor clique no título para ver o post sem erros! Sorry!)

A Lua Cheia de 4 de Janeiro vai aparecer em Caranguejo, signo do carinho para o próximo e da segurança do lar. O Sol está em Capricórnio, signo ambicioso que procura conquistar o mundo exterior. Assim, podemos sentir um puxar de ambos os lados - talvez entre os desejos dos e a devoção para os que amamos por um lado e por outro lado aquilo que sentimos como o objectivo que queremos alcançar.
Capricornio é o signo que tem a capacidade de transformar Luz - ideias, aspirações - em formas mais palpáveis e pragmaticas. É um signo especialmente mística, em que entramos no dia mais curto do ano, quando sentimos mais a densidade do nosso ambiente. O momento sagrado do Solstício do Inverno sempre foi considerado como um dos pontos altos do ano, devido à ligação intensa entre Céu e Terra que experimentamos neste dia. Dias curtos, pouco Sol, parece que o sentido da vida desapareceu. Entramos na profundeza do nosso Ser para encontrar novament a Luz que trazemos dentro. Os dias escuros do Inverno que fazem com que tudo parece estar parado. E, de repente, começamos a notar que a Luz volta, a grande roda cósmica começa a rodar novamente e a força luminosa do Sol começa a aumentar... e não para de aumentar por mais seis meses.

Esta mudança lembra-nos que há uma Luz que está sempre presente, não se apage, sempre volta. Mesmo quando parece que não, mesmo quando - no final do signo de Sagitário - experimentamos a vida num corpo humano como uma prisão. Uma prisão de regras, envelhecimento, leis, limitações sociais...Durante muitas reincarnações a essência da Alma é confrontada com a matéria, é absorvida pela matéria e precisa de passar por muitas experiências emocionais e sensoriais para as poder entender e superar. Podemos ter a tendência de evitar a experiência emocional e sensorial, ou fugir numa espiritualidade escapista, mas não será esta a maneira de progredir no caminho da Alma. Precisamos da experiência directa para poder perceber que a Terra é o nosso lugar, sabendo ao mesmo tempo que somos feitos da mesma essência que as estrelas.
Mais ainda: somos particulas de Luz, raios divinos emitidos pela Fonte Primordial para concretizar, aqui na Terra, um crescimento da consciência. Uma missão grandiosa, sim.
Capricórnio é o signo que tem a capacidade de nos ancorar na realidade material. Capricornio, tal como a cabra montês, sabe transformar a força da gravidade num apoio para subir às alturas e à Luz. Capricornio sabe, que só é preciso ser igual a si próprio, na sua solidão e integridade, em união com todo, para chegar ao auge e chegar à Luz.
Em tudo isto, a Lua Cheia em Carangeijo pede para encontrar um equilíbrio com a vida privada, a família ou o/a parceiro/a. Teremos no pano de fundo uma posição de poder do planeta Plutão, o que traz a promessa de ma mudança profunda - especialmente se houver a capacidade de libertar o passado, ou encarar um medo antigo e instalado.

Ao entrar no ano novo, é importante lembrar não só o que queremos alcançar, mas honrar igualmente tudo que já alcançamos. Mesmo quando pensamos no nosso momento mais escuro que ainda não chegamos a lado nenhum. Na Lua Cheia a nossa atenção é mais alargada e plena, mais consciente. Isto vai ajudar a ver o que habitualmente está escondido. Uma altura ideal para fazer o inventário, ver o que já passou, o que já foi alcançado. Um momento ideal para olhar para trás e ver o que foi 2014. Sentir-nos bem com o que somos capaz de fazer pode ser aquele empurrãozinho que precisamos para avançar para 2015.

Nesta Lua Cheia vamos fazer uma cerimónia de fogo. O fogo, simbolo da Luz que está sempre connosco, é também um símbolo da força de transformação.
Elementos da cerimónia são a "confissão", quando escrevemos num papel aquilo que consideramos as padrões negativas que queremos libertar. Também pode haver uma transferência mental para um material combustível, um papel, um pau... Depois haverá uma meditação em que é dado espaço para tomar consciência que somos nós que precisamos de tomar as rédeas da nossa vida, que somos nós os responsáveis para a nossa energia e harmonia. E a primeira acção é lançar os padrões do passado para o fogo, para que se transformem em Luz, calor e cinzas férteis. Das cinzas da aprendizagem nasce uma nova vida...
Finalmente, lançamos também para o Fogo, agradecimentos para a Mãe Terra e os nossos desejos para o futuro. Sabemos que vivemos em interdependência com a Mãe Terra, como vivemos em interdependência com todos os seres humanos. A roda à volta do Fogo simboliza esta União.

Quem quiser pode trazer o seu tambor. Quem não tiver tambor, traga a sua presença e Luz interior.

Meditação da Lua Cheia - Cerimónia de Fogo
Domingo 4 de Janeiro às 16.30h
Cromeleque dos Almendres, Guadalupe - Évora

Para a cerimónia no Cromeleque, é costume trazer uma oferenda em agradecimento ao sítio: um pau de incenso, um pouco de água, uma pedrinha, uma flor, ou o que achar adequada para exprimir a gratidão.
A participação na cerimónia é por donativo.
Estão todos bem-vindos!





quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Renascer como um Fenix, na Lua Cheia de Novembro

Since ancient times the symbol of the bull has been a prominent fixture in many traditions, cultures and religions. The bull evokes powerful associations with creativity and productivity. As the symbol for Taurus, the bull represents the fecundity of the spring, the awakening of the earth, our appetites for sun-soaked skin and naked nymph-like splishing and splashing in the soon to be warm waters of summertime.
In the Northern hemisphere we are pretty far from that, like the opposite end of it. We are in Scorpio’s time. In many places this means less light, less heat, less outward movement if only on a psychological level. Mystical deaths via underworld journeys, dancing with skeletons and confronting our own fears of the dark are the meals on the menu as of late.
But that is the beauty of a full moon: in the extreme of one sign we get to experience its opposite. The full moon in Taurus will occur on Thursday, November 6th at 5:23 pm EST. Even though it’s a full moon, it is a potential calming point.
Yes, the eclipses are over. Lets now get on with the practical applications of living, loving and producing.
Taurus is comforting, strong, solid and supportive. It’s into the senses. Taurus is not only down to earth in its sensibilities but Taurus is earthy in every way. Like you can’t move it type of earthy.
Taurus is a creature of contact, comfort and creative canoodling. Taurus loves to touch and taste and tenderize hearts that have become too tightly shut. Down for the decadent exploration of skin, food and napping, Taurus is terrific at being there. A rock. Solid. Steady.
Just don’t expect to do any of it quickly.
Taurus takes time. Will not be pushed. Will not budge. Will not approach change easily. Whatever track the bull is on it will stay until convinced otherwise and by convinced I mean they came to it on their own terms.
The moon loves to be in this sign, it is said to be exalted here. The moon finds emotional security in Taurus who appeals to all her physical senses. Beautifully furnished, comfortable, sweet smelling homes stocked full with tasty treats are the moons kryptonite. Taurus builds the moon a home, her greatest desire. The moon is too tender a darling to be traipsing around all hearts and hankerings without a place to hang her hat.
Venus is the ruler of Taurus (and Libra) and it is intricately woven into this month’s tapestry via a conjunction with the sun and Saturn which is in opposition to the full moon. Venus and the signs it rules (Libra and Taurus) have been fixtures in many of the astrological themes as of late, in large part due to the fact that the planet is traveling very close to the sun right now. She was conjunct the last eclipse and will be conjunct the next new moon. We just had a Mercury retrograde and before that a Mars retrograde, both in Libra. This spring we also had two eclipses, one in Libra and in one Taurus, two Venus-ruled eclipses in the same month.
To say that this year has been about relationships is an understatement. Every moon in the closing act of this year seems to move us deeper into this curriculum. Both planets are now moving steadily towards a conjunction with Saturn. Venus will try and kiss the curmudgeon on November 13th and the sun will arrive there on November 18th. Nothing spells hard work and boundaries like a conjunction with our Captain of Contracts, Saturn. 
This moon also features a helpful trine from Pluto and a pretty good square from Jupiter. A trine from Pluto can help to wash out old wounds and can make for a powerful and regenerative experience. Jupiter tends to exaggerate whatever it touches, especially in a square.
Taurus wants peace above all else. It wants pleasure. It wants to enjoy. It wants to be contented. It wants a sturdy place to land and build a life.
Scorpio (the sign the sun, Venus and Saturn are currently in) wants truth and transformation and has the fortitude to withstand what others would crumble in the face of. Scorpio is tough enough to see the tenderizing process of transformation through until the end. Saturn wants boundaries, structure, rules, form, function, order and wants us to earn our keep. Venus wants love, love, love and love. The sun illuminates each sign of the zodiac via its transit through it.
You can’t be cheap on materials when trying to building a relationship. If you want the thing to last it’s not worth scrimping on solids. You wouldnt want the floor to give out when you’re in the middle of a good meal. Weathering storms in romance and every partner dance means being able to consistently connect with our feelings so that we can understand when something is ok for us and when it isn’t. And when it isn’t, good boundaries let us know that we have every right to say no, thank you. We can also say, I don’t know, I will get back to you about that. We can refuse to answer questions that feel inappropriate and invasive no matter who is asking them. We can have permeable and impermeable boundaries depending on the situation and the relationship.
But there is no way, I repeat in the booming voice of Saturn, no way to do this work with others  before we at least start to do it with ourselves. Nothing feels as good as boundaries. Anxiety decreases dramatically. Self-doubt diminishes far quicker. Happiness hangs around longer. Intimacy is always an option because there is a sense of self to be intimate with.
Otherwise we are diminished by the light of another. Otherwise we fold ourselves into the lives of others and hide in the crinkles and stay crumpled. If we are one of the many that grew up with parents that couldn’t see us, couldn’t protect us or, worse, outrightly harmed us then the work of creating boundaries falls squarely on our adult shoulders.
Taurus reminds us to go slowly with this process. Saturn reminds us not to cheat for we are the only ones who will suffer the consequences. Venus reminds us to love ourselves through the process and Scorpio reminds us that if we don’t get down to the truth it will wait for us, no matter what it has to wait through or wade through before we acknowledge it. 
- See more at: http://www.chaninicholas.com/full-moon-taurus-cant-cheat-love/#sthash.pkEFNqkQ.dpuf

Since ancient times the symbol of the bull has been a prominent fixture in many traditions, cultures and religions. The bull evokes powerful associations with creativity and productivity. As the symbol for Taurus, the bull represents the fecundity of the spring, the awakening of the earth, our appetites for sun-soaked skin and naked nymph-like splishing and splashing in the soon to be warm waters of summertime.
- See more at: http://www.chaninicholas.com/full-moon-taurus-cant-cheat-love/#sthash.pkEFNqkQ.dpuf

Since ancient times the symbol of the bull has been a prominent fixture in many traditions, cultures and religions. The bull evokes powerful associations with creativity and productivity. As the symbol for Taurus, the bull represents the fecundity of the spring, the awakening of the earth, our appetites for sun-soaked skin and naked nymph-like splishing and splashing in the soon to be warm waters of summertime.
- See more at: http://www.chaninicholas.com/full-moon-taurus-cant-cheat-love/#sthash.pkEFNqkQ.dpuf
Todos os meses, por altura da Lua Cheia, dedicamos atenção especial aos astros que mais influenciam a nossa vida na Terra: O Sol e a Lua. Ambos são forças luminosas, cujos ciclos acompanham de perto o caminho do ser humano para a sua realização individual.

O Sol, no seu ciclo do ano Solar, acompanha o ciclo do desenvolvimento saudável e equilibrado do ego e identidade pessoal. A Lua está ligada aos ciclos do Ser mais profundo, da Alma que incorporou para estar ao serviço do mundo e de todos os seres.

Na altura da Lua Cheia, quando o Sol e a Lua estão opostos com a Terra no meio, existe uma polaridade clara entre os dois astros. A Luz do ser exterior (ego - Sol) transborda e junta-se à Luz do ser interior (alma - Lua). É obvio que isto pode levar a uma tensão, principalmente quando o nosso ego é apoiado pela mente e as suas ilusões.

O Sol encontra-se neste período no signo de Escorpião, que é o signo da Morte (simbólica) : é altura de queimar as ilusões, iradicar convicções erradas, varrer as desilusões para fora. Tudo o que faz parte do efémero, do Eu exterior, pode morrer nesta altura. Os conceitos chave associados à fase do Escorpião são o conflito, a provação, a luta; a luta do Escorpião é o tudo ou nada, "viver ou morrer". Tudo isso tendo como objectivo o chegar à essência e a transformação. Escorpião procura a vitória e o renascimento... quando as ilusões e delusões, as convicções erroneas e sonhos egóicos foram queimadas, a Alma renasce como um Fenix das cinzas para poder viver uma vida mais plena ao nível espiritual. 
 
Claro que o processo da morte/renascimento constitui uma crise, a consciência pode sentir-se questionada nos seus valores mais intimos. Podemos sentir que nos é pedido desapegar de tudo que tomamos por certo, inclusivo da imagem que temos de nós e as expectativas sobre o caminho espiritual que estamos a trilhar. Passado este crise, haverá uma elevação, e a personalidade poderá experimentar uma nova relação - com a Alma  bem como com o exterior. 
Á Escorpião seguir-se-ia o Sagitário, o signo  que aponta para realizações maiores!

As provações ao nível das emoções conflictuosas, que estão central nesta viragem, apontam para o medo, o ódio, o orgulho, a ganância e a ambição. As provações mentais, que dizem respeito ao nosso Ego de vibração mais baixa, apontam para o orgulho, a ambição, convicções ultrapassadas, dualidade e crueldade.
Estamos num período de introspecção sincera, que poderá ter como consequência, que o Eu mais profundo e superior, receberá a liderança sobre a personalidade! Isto significará a vitória sobre a dúvida; haverá uma fé incondicional em quem É e na Vida. Quando o Fenix renasce, renasce com Sabedoria e  Amor-Próprio.
 
A Lua em Touro reforça este componente de Amor, plenitude, criação. Touro está ligado à primavera, ao renascer da Terra. O signo simboliza a viagem de passos lentos mas seguros, firmes e consistentes.  Assim, a Lua em Touro pode fornecer a segurança emocional que precisamos para fazer a passagem pela Morte simbólica que Escorpião pede. 
 
Meditação da Lua Cheia
Nestes dias frios, a meditação da Lua Cheia é mais breve, mas como coincide com a meditação habitual faremos duas meditações seguidas:
5a feira, 6 de Novembro 17.15h - 17.45h
Cromeleque dos Almendres, Guadalupe, Évora
5a feira, 6 de Novembro, às 18.30 h - 19.30h
Ass. Oficinas da Comunicação, Largo Dr. Mário Chicó, 7 - Évora
 
Para a cerimónia no Cromeleque, é costume trazer uma oferenda em agradecimento ao sítio: um pau de incenso, um pouco de água, uma pedrinha, uma flor, ou o que achar adequada para exprimir a gratidão.
A participação na cerimónia é por donativo.
Estão todos bem-vindos!

 


 

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